A matéria de capa pode não deixar muito fã louco por Michael Jackson contente, mas gostei da forma sincera e imparcial que a mesma foi escrita. Sou fã do Michael e sempre serei, e acredito que o pano de fundo da matéria foi a forma como a indústria da música pop age e como ela mesma pode desgastar a imagem de ídolos pré-fabricados como Britney Spears e mesmo a de artistas realmente talentosos, como Michael, que mesmo tendo um talento inquestionável, foi vítima da repercussão de seu próprio comportamento excêntrico, pois desde que pela primeira vez exibiu o Moonwalk, ganhou o status de uma das maiores celebridades do mundo da música, e sua vida passou a ser pública. A pessoa que vira uma celebridade dessas dimensões não tem um segundo de paz, e tudo o que faz, do melhor ao pior, vira objeto de especulação e atrai olhares e cobiça de aproveitadores. É uma reportagem ainda relevante sobre o mundo por vezes sombrio da música pop, um mundo no qual muitas vezes o talento e a música são secundários e a imagem vale tudo.
Superinteressante N° 198 (Março de 2004) - Como o Pop matou seu Rei
Editora Abril
Abril
2004
86 páginas
2h 52m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
Resenhas (2)Ver mais
Estatísticas
Avaliações
4.1 / 12- 5 estrelas50%
- 4 estrelas8%
- 3 estrelas42%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%


