Lendo pela segunda vez, é impressionante como a história te conquista desde o primeiro parágrafo, novamente. A narrativa apresenta personagens que são complexos, principalmente nosso narrador, Samuel Bertini, que nos conta como foi seu fim de adolescência, até sua fase adulta. Mostrando problemas consigo mesmo, as pessoas a sua volta e suas relações, ele nos mostra que é possível melhorar, apesar dos dias ruins. Nos mostra que é possível amar e se adaptar as necessidades dessa pessoa, que no caso, é Benjamin Park. A relação deles é mostrada como algo real e que com o desdobrar do tempo se fortalece em pequenas ações e acompanhada de muita música. Ver o crescimento do Samuel, nos dá sensação que poderemos passar por dias ruins também, por mais difíceis que eles sejam, e nos mostra que o apoio vem de laços muito maiores que os laços sanguíneos. É uma história que vai te fazer chorar muito, então deixe os lenços preparados mas também é uma história que irá fazer você dar sorrisos apaixonados por todo o azul que existe nela e te fazer enxergar mais dezessete mil sentidos de ver o mundo através de Benjamin e Samuel.