Não sei se é válido dizer que supera o primeiro, mas acho que é tão bom quanto. Com certeza é bem mais violento e nojento, e pela primeira vez depois de todas as temporadas de C.S.I., Criminal Minds e Castle, eu chorei em uma cena de crime (na segunda, com a coisa da mãozinha).
Jean-Claude está especialmente adorável no segundo livro, contrastando com Anita, que, ironicamente, mata seis pessoas dos modos mais violentos e horrorizantes possíveis para evitar matar a Wanda. É o fim da Anita insolente e ameaçadora que nunca chega a realmente, sei lá, abrir a cabeça de uma pessoa na cadeirada. Achei até mesmo que a Laurell K. Hamilton extrapolou repulsivo neste volume, como quando a Anita e o Sr. Policial-Cujo-Nome-Eu-Esqueci ficam brincando de basquete com os órgãos da Família Devorada Viva Número Dois. Fiquei totalmente revoltada e tentei jogar o livro na parede, xingando "ANITA, SEU MONSTRO DESPREZÍVEL", mas não consegui. Simplesmente não consegui tirar os olhos das páginas, por mais repugnantes que elas pudessem ser.
E elas foram bem repugnantes.