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    O trem e a cidade -

    Thomas Wolfe

    Iluminuras
    2022
    160 páginas
    5h 20m
    ISBN-13: 9786555191448
    Português Brasileiro
    4.3
    14 avaliações
    Leram20Lendo2Querem65Relendo0Abandonos0Resenhas1
    Favoritos1Desejados65Avaliaram14

    Thomas Wolfe é um autor invulgar, sob muitos aspectos. Escreveu toda sua obra em doze anos, como prevendo a morte prematura aos 38, e não produziu pouco. Editou dois romances, um livro de contos, outro de ensaio, deixando, no entanto, vários inéditos que vieram à luz postumamente: mais dois romances, nova coletânea de histórias curtas. Professor, boêmio, viajante voltado para a Europa (bolsista da Guggenheim), pôde no entanto frenético trabalhar. A obra que nos legou também reflete as condições em que foi realizada. A par das suas grandes linhas, as ilusões da infância e juventude perdidas no mundo adulto e adverso, o instintivo exuberante em contraste com a repressão puritana, o jogo de luz e sombra, um pessoal, outro exterior, temos a denunciar-se fora destas largas dimensões um artesão meio tosco, sujeito a quedas bruscas, desordenadas em rompantes de lirismo, exaltação e retórica. Apesar do que, assim complexo ou contraditório, se alçou ao plano mais elevado de sua época. Talvez pelo sentido épico, na sua indisfarçável redução. Tão idealista ou sensorial quanto elementar e violenta. Ricardo Ramos * "E eu pretendo descarregar minha alma sobre as pessoas e expressá-la de todo. É isso que minha vida significa para mim: estou à mercê dessa coisa, e é fazer ou morrer. (...) É por isso que acho que vou ser um artista. As coisas que realmente importam calaram no espírito e deixaram sua marca — às vezes um sorriso peculiar; às vezes a morte, às vezes o cheiro de dentes-de-leão na primavera... certa vez Amor. Irei a todos os lugares e verei tudo. Conhecerei todas as pessoas que puder. Pensarei todos os pensamentos, sentirei todas as emoções de que for capaz, e escreverei, escreverei..." Thomas Wolfe

    Edições (2)

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    Resenhas (1)Ver mais
    Matheus picture
    Matheus31/12/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Para quem está em duvida sobre a leitura, aqui vai um trecho:

    "Pois há uma crença, uma fé que é a glória do homem, seu triunfo, sua imortalidade - é a sua crença na vida. O homem ama a vida; e por amar a vida odeia a morte; e por isso ele é grande, ele é glorioso, é belo e sua beleza é eterna. Ele vive sob as estrelas insensatas e nelas inscreve seus propósitos. Ele vive com medo, na agonia, em tumulto infindável; mas se, ferido nos pulmões, estivesse a espumar sangue a cada suspiro que desse, ainda assim amaria a vida mais intensamente do que o cessar de sua respiração. Na morte, seus olhos iluminam-se maravilhosamente, e o antigo desejo brilha neles mais feroz - ele aguentou todo o cruel e inútil sofrimento, e ainda quer viver. Por isso é impossível desprezar esta criatura. Pois de sua inabalável fé na vida este homem franzino fez o amor. No melhor de si, ele é o amor. Sem ele não pode haver amor algum, fome alguma, desejo nenhum. Então, isto é o homem - o pior e o melhor dele -, esta coisa delicada e insignificante que vive sua vida, morre como todos os outros animais e é esquecido. Contudo, também é imortal, pois tanto o bem quanto o mal que pratica sobrevivem a ele."

    4 curtidas

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    4.3 / 14
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