O poder mais mortal. A paixão mais feroz. O destino mais cruel. Bryce Quinlan e Hunt Athalar fizeram um pacto. Enquanto processam os eventos da última primavera, eles irão manter as coisas... platônicas... até o solstício. Eles salvaram a Cidade da Lua Crescente, mas com tanto frenesi acontecendo ultimamente, eles desejam, mais do que qualquer coisa, uma oportunidade de relaxar. Desacelerar. E descobrir o que o futuro lhes reserva. Mas quando a tensão suspensa entre os dois alcançar um nível insustentável, prestes a incendiar a Cidade da Lua Crescente, eles serão capazes de resistir? Enquanto isso, para os dois, a iminência do perigo não está ainda fora de questão. Arrastados para um movimento rebelde do qual não querem tomar partido, Bryce, Hunt e seus amigos veem a si mesmos contra os sinistros asteri – de quem, custe o que custar, precisam evitar ser percebidos. No entanto, quanto mais conhecem as causas desse movimento revolucionário, mais se aproximam de uma inevitável escolha: permanecer quietos enquanto outros são oprimidos... ou lutar. E eles nunca foram muito bons em manter silêncio. Nessa sequência sexy e cheia de ação do best-seller Casa de terra e sangue, Sarah J. Maas constrói uma história cativante sobre um universo prestes a explodir – e sobre os que não medirão esforços para protegê-la. "Temperado com uma trama coesa e construção atmosférica do mundo... uma delícia cada virar de página." — The Guardian "Sarah J. Maas não decepciona em sua primeira série para adultos... Um livro para ser saboreado." — Daily Mail
Casa de Céu e Sopro (Cidade da Lua Crescente #2) - e-book
Sarah J. Maas
"Vai se criando um clima terrível."
Nota: Se você ama esse livro e/ou idolatra a SJM, saiba que essa resenha não irá lhe agradar. O que serve para você, nem sempre servirá para os outros. Entenda que não é porquê um dia amamos os personagens e suas histórias que os autores são isentos de serem criticados. O senso sempre acima de idolatria, e é isso. O livro é para público 18+, no entanto, o motivo de ser para maiores é porque possuí sexo explícito e linguagem imprópria, de resto é uma história infantil ruim. HOEAB (v.1) apresentou um universo único com um elenco de criaturas mágicas, sobrenaturais e humanas. Apesar de tudo que não gostei anteriormente, tive esperanças que o segundo volume resolveria todos os problemas narrativos que existiam — doce ilusão. HOSAB (v.2) trouxe novas informações ao leitor, mas nenhuma delas foi interessante o suficiente para me manter interessada nessa série. O livro é mal organizado, repleto de furos narrativos e com excesso de descrições que soam vulgares. A autora banaliza temas como: abuso sexual e estupro. Temos quase nada de desenvolvimento interpessoal dos personagens. Os diálogos são fracos e cafonas. A única personagem que cresce nessa história é a Danika — que está morta desde os primeiros capítulos de HOEAB. Novos personagens surgiram, mas basicamente servindo para preencher espaços. Para mim todos os personagens nessa série tem a mesma personalidade. Não consigo sentir conexão alguma com ninguém, nem mesmo a Bryce e o Hunt. Os planos e os segredos sendo revelados para qualquer um que perguntasse era cômico demais — não sentia nem raiva, só ria. Todo mundo nesse livro é gostoso, musculoso, poderoso e letal, aí chega na hora H ficam perdidos e parecendo um bando de pamonha. Fora que não havia planejamentos para as missões que embarcavam, resolvidos no deus ex machina até porque não existiam consequências para as ações dos personagens. Sou uma romântica incorrigível e não gostei de nenhum casal dessa série. As amizades também são ruins (tirando Ruhn/Flynn/Declan), especialmente a Danika que é uma péssima melhor amiga. Falando nela, a SJM usa ela como plot armor na própria trama. Não é mais surpresa alguma que SJM recicla e repete suas próprias ideias de ACOTAR/TOG e tenta passá-las como coincidências. O final do livro é uma tentativa desesperada de trazer a atenção do público para a venda dessa série. Sei que esses livros são voltados para um público jovem específico, mas comparado a alguns de seus livros anteriores, é uma queda de escrita bem feia. As partes que eu mais gostei foram: o prólogo, as últimas 100 páginas e os elementos mitológicos que a autora sempre traz. E claro, ter a companhia da minha amiga @Lucy.Gomes nessa leitura. Curiosidade: A princípio CC3 será lançado antes de ACOTAR 5. >SPOILERS ABAIXO< - - - - - - - Ninguém pediu multiverso da loucura aqui, rs. - A SJM não cansa de explorar ACOTAR e trazer seu fandom para tentar alavancar essa série (péssima escolha). - Todas as missões eram baseadas na precipitação dos personagens, e logo salvos pelo escudo do protagonismo. - Bryce é uma personagem que a SJM coloca para ser inteligente, no entanto, resolve tudo na impulsividade e lacrada. Outra coisa, péssima amiga também, só liga para Juniper e Fury para pedir favor, essas aí tbm são péssimas. - Hunt não tem personalidade alguma, a não ser sexualizado e sexualizar a Bryce. - Ithan não sei por que ganhou pov se basicamente não faz nada, além de ser um ex jogador de solebol (como se fosse uma grande habilidade). Somente no final ele encontra uma personagem que poderá ser útil para o último livro. - Tharion é o legítimo macho que não assume suas responsabilidades. Chamado de "Capitão da Inteligência", mas não planejou sua liberdade ou outra forma de fugir de um acordo que ele se meteu em 900 páginas e resolve do nada virar escravo. - O plot do Emile foi praticamente 60% do livro para ser resolvido daquela forma? - Os trapalhões trocando informações e segredos no meio da cidade e contando para qualquer pessoa seus planos. Sou uma piada para você, Sarah? - A Danika é talvez uma das piores personagens da autora. Só serve para preencher páginas. Ela amava e confiava tanto na amiga, mas NUNCA contou nada para Bryce. Que amizades são essas? - E para finalizar, no meio do livro já entrega quem era a agente Day. Nenhuma surpresa para o leitor, ‘suspense’ de centavos.
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