The Final Girl Support Group -

    Grady Hendrix

    Berkley
    2021
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-10: B08MBQKTTQ

    In horror movies, the final girl is the one who’s left standing when the credits roll. The one who fought back, defeated the killer, and avenged her friends. The one who emerges bloodied but victorious. But after the sirens fade and the audience moves on, what happens to her? Lynnette Tarkington is a real-life final girl who survived a massacre twenty-two years ago, and it has defined every day of her life since. And she’s not alone. For more than a decade she’s been meeting with five other actual final girls and their therapist in a support group for those who survived the unthinkable, putting their lives back together, piece by piece. That is until one of the women misses a meeting and Lynnette’s worst fears are realized—someone knows about the group and is determined to take their lives apart again, piece by piece. But the thing about these final girls is that they have each other now, and no matter how bad the odds, how dark the night, how sharp the knife, they will never, ever give up.

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    Lucas12/10/2021Resenhou um livro
    2.5 (Razoável)

    O que eu quero? Quero ver Grady Hendrix na cadeia!

    Quando penso de um modo geral, TFGSG é um livro bom. Tem um enredo novinho, desenvolvimento de personagem bonitinho, parece atrativo e tal; mas, quando paro pra pensar nos detalhes, começo a ver umas partes não tão agradáveis durante a leitura. Pra começar: o excesso de personagens. São muitas final girls que, às vezes, tive que forçar a memória pra lembrar qual era a história dela, qual era o nome do assassino, qual era a referência cinematográfica dela. Então, fora elas, ainda havia os outros personagens e acaba tudo se transformando em uma tsunami de gente pra lembrar quem era fulano, quem era ciclano. Por exemplo: a Michelle, namorada da Dani --- uma das final girl. Seria mesmo necessário a criação da Michelle mesmo? A Dani não poderia namorar uma Final Girl, não? Outra personagem não poderia assumir a função de ter uma doença terminal e vivenciar um relacionamento com a Dani mesmo? Era necessário criar uma outra personagem? E a Marylin, Julia e a Heather que tiveram um arco impressionante, né? Nem vou entrar em detalhes... É engraçado mencionar que, algumas partes, são bem repetitivas, sendo pensadas, remoídas pela protagonista a todo momento; mas alguns outros detalhes, o autor mencionava uma vez e a próxima ficava na mão de Deus. Sobre a rotina de cuidados da Lynette. Nos primeiros quarenta por cento, você lê de boa, acha interessante a visão que ela tem de perigos, a hipervigilância, os cuidados e tal, mas, depois, fica um negócio repetitivo, chato, dá vontade de pular, porque vai tendo mudanças no cenário constantemente e a Lynette quer tomar as precauções e fica mais uma vez naquela: de novo isso, meu deus? Chega até a lembrar o livro "No Escuro", em que a protagonista sofre de TOC. Mas, diferentemente de No Escuro, que há uma quebra com capítulos intercalados entre passado e presente, dá um alívio ao leitor de ler o mesmo "sistema"; aqui, é um atrás do outro, o que deixa entediado e impaciente. Também: resumões no meio de uma ação. Odeio isso! Odeio muito quando tá acontecendo uma coisa entre os personagens e o autor resolve, de repente, interromper a ação pra passar um resumo de alguma coisa que leva umas três, cinco páginas lendo. Corta o clima totalmente e nesse livro há muitas partes assim. Sem contar de capítulos arrastados que revelam uma coisa importante aqui e ali no meio de dezessete páginas. Mais uma: erro no tom. Esperava um livro de terror, principalmente que é vendido com final girls e a Lynette lembra o leitor sempre que ela é uma final girl, porque a cada quatro parágrafos, ela tinha que falar que é uma final girl --- eeei, bobinho? Sou uma final girl, tá? ---, então: queria um terror, mas a história tem um ar mais de um mistério policial, de filmes políticos com ar conspiratórios. O terror todo está somente nos traumas das final girls, fora isso, não há em mais nenhum lugar. Quem esperava um mistério no estilo de "O Chamado", "O Grito", "Halloween" (igual a mim), vai se decepcionar. Sobre a reviravolta principal: eeer, Wes Craven não fez uma parecida e com o mesmo contexto há alguns anos, não? Não achei grande coisa e com alguns problemas. Cai naquela de: é assim, porque é assim e tem que ser assim. Preguiça. Sei que vai ter uma adaptação para os cinemas e espero que o roteirista que for pegar, mude muita coisas. Se um dia eu digitei que a Jessica Chastain deveria protagonizar esse livro, eu não me lembro.

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