Gente, não acredito que cheguei até aqui. Sobrevivi a 12 livros de uma saga que é ruim mas que eu tenho um estranho sentimento de amor por ela (terminei a saga mas não consegui compreender essa ligação peculiar de amor e ódio). E para minha surpresa, foi neste último volume que as autoras decidiram realmente escrever um livro BOM.
A maioria dos volumes desta saga é dispensável. Se for condensar os 12 volumes e recolher o conteúdo interessante, a história poderia se tornar uma trilogia ou uma saga de quatro livros (não mais do que isto). Cada livro acontecia em praticamente um dia e uma noite, e com tantos diálogos chatos da turma de Zoey, eu me sentia o tempo todo enrolado e esperando acontecer algo realmente útil à trama. E por mais que Zoey tenha caído nas graças de Nyx e ter se desenvolvido como Grande Sacerdotisa, o personagem continua o mesmo do primeiro livro: imatura e insegura.
Torci para Neferet sair destruindo toda a cidade de Tulsa, esperando ter finalmente algum bom momento de ação e caos, já que as forças das TREVAS estavam buscando a destruição e o que vinha acontecendo não era diferente do que aconteceria em uma história para crianças (magia negra, vampiros e trevas e SEM MORTES? Sem sangue? Sem destruição? Mãe e filha Cast, vamos acordar pra realidade e trazer mais fidelidade ao tema proposto?). O final foi tão corrido que me pergunto o motivo de não terem focado mais na última batalha no lugar de ficar colocando aqueles diálogos da Aphrodite sendo chata e irritante (mesmo em 12 livros, ela também foi outra que não mudou muita coisa).
Enfim, acabou. Poderia ser MUITO melhor, mas no fim das contas, ter chegado até aqui valeu mais a pena do que ler muitas páginas sem necessidade nessa história. Espero que a próxima saga das Cast tenham mais consistência e menos enrolação (e menos diálogos de adolescentes debilóides). Adeus Zoey Passarinha, voa voa pra casinha!