Um teto todo seu -

    Virginia Woolf

    Antofágica
    2022
    248 páginas
    8h 16m
    ISBN-10: 6586490510
    Português Brasileiro

    Em um livro considerado um marco para o pensamento feminista, Virginia Woolf questiona as disparidades entre homens e mulheres no mundo da arte. Esta edição da Antofágica, com tradução inédita da escritora Vanessa Barbara, conta com ensaio da fotógrafa Luisa Callegari e apresentação da poeta Aline Bei. Por que as bibliotecas estão abarrotadas de obras produzidas por homens? Como o contexto social de mulheres influenciou a arte que produziram (ou deixaram de produzir) ao longo dos séculos? E se Shakespeare tivesse tido uma irmã tão talentosa como ele, poderia sua obra florescer e ser reconhecida? Estas são algumas das perguntas que fervilhavam no pensamento de Virginia Woolf quando convidada para proferir uma palestra sobre o tema "Mulheres e ficção" nas universidades de Newham e Girton em 1928. Ao refletir sobre o que estaria na base para a genialidade e a escrita de ficção, a autora tece investigações e argumentos que revelam, com lucidez e um toque de sarcasmo, muitas verdades sobre a condição das mulheres que escrevem. A edição da Antofágica conta com tradução inédita de Vanessa Barbara, fotografias de Luisa Callegari e apresentação de Aline Bei. O livro traz ainda posfácios de Ana Carolina Mesquita, doutora em Teoria Literária pela USP e pesquisadora dos diários de Virginia Woolf, além da filósofa Renata Cristina Pereira e de Monica Hermini, com doutorado em Estudos Literários pela USP sobre a estética feminista na obra de Woolf.

    Edições (17)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover

    Similares (9)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (1138)Ver mais
    Carla Silva picture
    Carla Silva07/02/2009Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Méritos: temos um vislumbre da mulher Virginia Woolf por trás da escritora (embora saibamos que há limites para o que ela vai nos mostrar de si mesma); senso de humor afiado; uma teoria literária consistente sobre feminismo e literatura, ainda que possamos discordar dela; relances despretensiosos mas estimulantes sobre a arte de Charlotte Brontë, Emily Brontë, Jane Austen, George Eliot; e o desejo, ao término da leitura, de trabalharmos pelo surgimento da "Shakespeare feminina": todas as mulheres que escrevem deviam estar se empenhando por isso. E o livro nos dá essa vontade.

    170 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4.4 / 7098
    • 5 estrelas48%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas12%
    • 2 estrelas2%
    • 1 estrelas0%