As mulheres do Dia D - A história real das espiãs que sabotaram os nazistas e ajudaram os Aliados a vencerem a guerra

    Sarah Rose

    Sextante
    2022
    384 páginas
    12h 48m
    ISBN-13: 9786555643282
    Português Brasileiro

    Um relato dramático sobre a atuação heróica de um grupo de espiãs que ajudou a pavimentar a vitória dos Aliados durante a Segunda Guerra Mundial. "Uma trama envolvente, escrita como um verdadeiro suspense. Com base em uma vasta pesquisa, Sarah reconstrói uma saga de perseverança e surpreendente heroísmo." – Publishers weekly “Uma obra inspiradora, de empoderamento. Nunca li um livro como este. Se você acha que não gosta de não ficção, leia este livro para mudar sua opinião.” – Sarah J. Maas, autora da série Trono de Vidro “Um livro fascinante. Espiões, romance, agentes da Gestapo, explosões de trens, coragem e traições... E a história é toda verídica.” – Erik Larson, autor de No jardim das feras Em 1942, os Aliados estavam perdendo a guerra e a Alemanha parecia invencível. A inteligência britânica tinha espiões treinados em todo tipo de serviço, mas percebeu que, para vencer, era necessário tomar uma medida sem precedentes: recrutar agentes do sexo feminino. Trinta e nove mulheres responderam ao chamado, deixando suas vidas para se tornarem sabotadoras na França. Neste livro, Sarah Rose se valeu de diários, relatos orais e diversos documentos para contar a história de três dessas notáveis mulheres: Andrée Borrel, uma parisiense briguenta que explodiu linhas de energia com os alemães em seu encalço; Odette Samson, uma mãe presa a um casamento infeliz, ávida por viver uma aventura extraordinária; e Lise de Baissac, membro da alta sociedade francesa, uma líder nata. Juntas, elas destruíram linhas de trem, emboscaram nazistas, tramaram fugas de prisioneiros e reuniram informações cruciais de inteligência, preparando o terreno para o Dia D, o ponto de virada da guerra. Com uma linguagem afiada, Sarah Rose reconstitui rigorosamente esta história inspiradora – um lembrete do que a coragem de mulheres engajadas pode alcançar quando os riscos são incalculáveis.

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    Jaaziel Mayer01/06/2022Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Oportunidade Perdida

    Decepcionante. Infelizmente é o que se conclui ao finalizar as 384 páginas de "As Mulheres do Dia D". Sarah Rose jogou uma oportunidade fora. Se perdeu na própria militância filosófica lacradora e esqueceu o principal, que era contar a história das espiãs que trabalharam para os aliados na Segunda Guerra. Duas estrelas foi a avaliação numa história que merece dez. A baixa avaliação vai para o trabalho autoral e não para o assunto descrito. A história merecia dez estrelas, mas a autora fez uma péssimo trabalho e jogou lama no que deveria ser belo. Para fãs de Ken Follett a mesma história já foi contada em JackDaws em forma de ficção. Identifiquei os personagens desenvolvidos por Follett no trabalho de Rose. Ele desenvolveu ficção em cima da história. Ela se propôs contar a história real na qual a ficção de Follett foi desenvolvida. A questão negativa foi que em vez de narrar a biografia dessas corajosas mulheres, Sarah Rose dilui os fatos em análises sobre "justiça social", a desigualdade dos sexos e todo a carga que acompanha o pacote da filosofia feminista. Não há problema em a sra Rose ser feminista. O problema foi ela não saber dosar seus pontos de vista e a cada página achar uma oportunidade de inseri-los, o que torna a leitura em certos trechos maçante/doutrinante. Se a idéia por trás do livro era mostrar a força da mulher e trazer à tona seus feitos na intenção de inspirar mulheres, a idéia se perdeu. É um problema usar o pós modernismo para recontar/remodelar fatos do passado. Isso tem um nome: reescrever a história. Para os que não conhecem a realidade pode ser um prato cheio, mas para os amantes da VERDADE HISTÓRICA é um sacrilégio e desrespeito às mulheres que deram a vida nos campos de batalha tentando parar a máquina de guerra alemã. Ken Follett sendo homem, "um opressor" segundo a doutrina/filosofia adotada por Rose, em seu prólogo inicial de JackDaws - Agentes Especiais dedica seu livro às quatorze mulheres que não voltaram para casa. Rose poderia[deveria] ter feito o mesmo com a história das cinco mulheres que ela escolheu pesquisar e narrar. E diferente do sr. Ken, que fala da dedicação no prólogo, ela poderia ter homenageado essas mulheres em cada página de sua obra. Perdeu a chance. Mas para mérito da autora fica registrado que na comparação de sua obra com a de Follett ela esclarece um fato. Ken Follett é feminista. Ele se preocupa com as mulheres e as respeita. Ps: leia JackDaws de Follett. Após doze anos - e três releituras - leia Sarah Rose. Você concordará comigo.

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