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    Uma História da Filosofia: Do Renascimento a Hume (Uma História da Filosofia #II) -

    Frederick Copleston

    Vide Editorial
    2022
    1116 páginas
    1d 13h 12m
    ISBN-13: 9786587138855
    Português Brasileiro
    4.3
    6 avaliações
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    Aclamada como a melhor história da filosofia disponível em língua inglesa, a obra de Frederick Copleston, inédita no Brasil, é uma narrativa ao mesmo tempo objetiva e abrangente do itinerário filosófico no Ocidente. O autor apresenta a evolução do pensamento filosófico segundo os seus protagonistas, partindo do contexto histórico de cada um deles. Influências, convergências e divergências, tudo é apresentado com a necessária clareza para um leitor que Copleston supunha iniciante. Sua obra é, portanto, ao mesmo tempo um vislumbre de toda a tradição filosófica e uma via de acesso a ela. Neste segundo volume da edição brasileira, reuniu-se a história das investigações filosóficas desde as origens do Renascimento até a filosofia empirista britânica, passando pelo surgimento do racionalismo. O percurso cobre as raízes do pensamento moderno, com seus antecedentes em Guilherme de Ockham, a efervescência intelectual do humanismo italiano e o advento dos grandes sistemas filosóficos. Metódico sem deixar de ser acessível, Copleston analisa o contexto, a vida e o pensamento de René Descartes, G. W. Leibniz, Thomas Hobbes e David Hume, dentre outros. SUMÁRIO [Livro III: Últimos Medievais e Filosofia da Renascença] - Prefácio Parte I: O século XIV - Introdução; - Durando e Petrus Aureoli; - Ockham (1); - Ockham (2); - Ockham (3); - Ockham (4); - Ockham (5); - Ockham (6); - O movimento ockhamista: João de Mirecourt e Nicolau de Autrecourt; - O movimento científico; - Marsílio de Pádua; - O misticismo especulativo. Parte II: A filosofia da Renascença - O ressurgimento do platonismo; - Aristotelismo; - Nicolau de Cusa; - Filosofia da natureza (1); - Filosofia da natureza (2); - O movimento científico da Renascença; - Francis Bacon; - Filosofia Política. Parte III: Escolástica renascentista - Observações gerais; - Francisco Suárez (1); - Francisco Suárez (2); - Breve revisão. [Livro IV: Os Racionalistas] Parte IV: O início da Modernidade e o racionalismo - Prefácio; - Descartes (1); - Descartes (2); - Descartes (3); - Descartes (4); - Descartes (5); - Descartes (6); - Pascal; - Cartesianismo; - Malebranche; - Espinosa (1); - Espinosa (2); - Espinosa (3); - Espinosa (4); - Espinosa (5); - Leibniz (1); - Leibniz (2); - Leibniz (3); - Leibniz (4). [Livro V: Filosofia Britânica] Parte V: Os empiristas britânicos, de Hobbes a Hume - Prefácio; - Hobbes (1); - Hobbes (2); - Os platônicos de Cambridge; - John Locke (1); - John Locke (2); - John Locke (3); - John Locke (4); - Newton; - Problemas religiosos; - Problemas de ética; - Berkeley (1); - Berkeley (2); - Berkeley (3); - Hume (1); - Hume (2); - Hume (3); - Hume (4); - Pró e contra Hume. Apêndices - Títulos honoríficos dados a alguns filósofos tratados neste volume; - Pequena bibliografia; - Uma breve bibliografia; - Uma breve bibliografia; - ÍNDICE ONOMÁSTICO; - ÍNDICE REMISSIVO.

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    Frederick Copleston profile picture

    Frederick Copleston

    Frederick Charles Copleston foi um padre jesuíta, filósofo e historiador da filosofia, famoso por sua influente obra História da Filosofia (1946-75). Frederick Charles Copleston nasceu a 10 de abril de 1907 nas proximidades de Taunton, Somerset, Inglaterra. Ele foi criado numa família de fé anglicana - seu tio, Reginald Stephen Copleston, foi Arcebispo Anglicano de Calcutá - e foi educado no Marlborough College de 1920 até 1925. Com 18 anos, converteu-se à fé Católica Romana, o que causou diversos problemas com a sua família[1]. Apesar dos protestos iniciais, seu pai lhe ajudou a completar sua educação no St John's College, em Oxford, onde ele estudou teologia de 1925 a 1929. Graduou-se na Universidade de Oxford em 1929[1]. Em 1930, Copleston tornou-se um jesuíta[1]. Depois de estudar em Roehampton por dois anos, ele se mudou para Heythrop, onde, em 1937, foi ordenado Padre Jesuíta no Heythrop College. Em 1938, viajou para a Alemanha para completar sua formação, voltando à Inglaterra pouco antes do início da Segunda Guerra Mundial em 1939. Copleston pretendia inicialmente fazer seu doutorado na Universidade Gregoriana de Roma, mas a guerra tornou seu desejo impossível. Assim, em vez disso, ele aceitou uma proposta de retornar ao Heythrop College para dar aula de história da filosofia pros poucos jesuítas que ali restavam[1]. Enquanto dava aulas no Heythrop College, Copleston começou a escrever sua influente obra História da Filosofia (1946-75), uma obra que, em diversos tomos, apresenta claramente a filosofia antiga, medieval e moderna. Ainda hoje tida em alta estima pela crítica, a História da Filosofia de Copleston tem sido descrita como uma "obra monumental" que "fazia justiça aos autores que discutia, sendo muito mais do que uma obra de exposição"[1]. Copleston alcançou alguma popularidade na mídia quando debateu a respeito da existência de Deus com Bertrand Russell, que foi televisionado pela BBC em 1948. No ano seguinte, debateu o positivismo lógico e a significância da linguagem religiosa com seu amigo A. J. Ayer, da escola da Filosofia Analítica. Ao londo de sua carreira acadêmica, Copleston aceitou um grande número de títulos honorários, como o de Professor Visitante na Pontifícia Universidade Gregoriana de Roma, onde ficou seis meses por anos dando aulas entre 1952 e 1968. Em 1970, ele se tornou Membro da British Academy (FBA) e, em 1972, foi-lhe concedida uma cadeira no Heythrop College. Em 1975, ele se tornou membro honorário do St. John's College de Oxford. Depois de se aposentar oficialmente em 1974, ele continuou a dar aulas. De 1974 a 1982, Colpeston foi professor visitante na Universidade de Santa Clara, e, de 1979 a 1981, ele deu aulas na Universidade de Aberdeen, que foram publicadas sobre o título de Religion and the One. Essas aulas tentaram "retratar os temas perenes em seu pensamento, e de fora mais pessoal que em sua História". Já no fim de sua vida, Copleston recebeu doutorados honoríficos de diversas instituições, incluindo a Universidade Santa Clara, California, Uppsala, e St Andrews[1]. Copleston foi convidado para se tornou membro do Instituto Real de Filosofia e da Sociedade Aristotélica. Copleston morreu a 3 de fevereiro de 1994 no Hospital St. Thomas e Londres aos 86 anos de idade[2]. Além de sua influente obra História da Filosofia (1946-75), uma das contribuições mais significativas de Copleston para a filosofia moderna foi o seu trabalho sobre as teorias de Tomás de Aquino. Ele tentou esclarecer a doutrina de Aquino dos Quatro Caminhos (na Suma Teológica) fazendo uma distinção entre causas in fieri e causas in esse. Fazendo isto, Copleston evidenciou que Tomás de Aquino propôs antes um conceito de um Deus onipresente que o de um ser que poderia ter desaparecido após organizar a cadeia de causas e pô-las em movimento.

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    Tauton, Inglaterra

    Frederick Copleston