Alguns dias antes das bodas de ouro dos meus pais, me pego escrevendo alguma coisa sobre o acontecimento. Não sabia ainda, mas ali estava o combustível de que precisaria para, enfim, dar partida a realização de um antigo sonho. Tinha a história toda pronta! Era só juntar as duas raízes (materna e paterna) e pronto! Assim nasceria a história que conta o amor de Wellington e Maria José. Ops! Quero dizer, Teco e Zezé. Eles foram se avizinhando vagarosamente, muito tempo antes de existirem, como se o destino andasse na contramão do tempo e na volta fosse costurando o caminho de um no caminho do outro, repetindo a mesma história ao longo do percurso, nas vidas de Edna e Luigi, Áurea e Humberto e outros...