Superinteressante Nº 262 (Fevereiro de 2009) - Máfia

    Abril

    Abril
    2009
    90 páginas
    3h 0m
    ISBN-1: 0
    Português Brasileiro

    Fevereiro 2009 Máfia: O crime organizado dos chefões não existe mais. A nova máfia é globalizada, comandada por acionistas e está por trás de produtos que você compra todos os dias. Você é bipolar? Por que existe o número de pessoas com o transtorno de humor não pára de crescer. A Lei Seca não deu certo. Por que a NASA vai atacar a Lua? Nos bastidores da prisão de Guantánamo. E se o Estado palestino for criado? Vocação existe?

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    Fevereiro de 2009

    "Máfia" A abordagem mostrou os mafiosos mais presentes e influentes na sociedade do que no passado, destituídos de caracterizações clichês (como redução do tráfico às drogas e armas) ou com a figura de chefão no estilo Don Corleone. O texto destacou que a globalização foi também transformadora ao crime organizado, que trabalha nos moldes de empresas infiltradas nos serviços públicos e essenciais, disfarçados de instituições de benefício à sociedade, o que obviamente é fachada para manobras escusas e, o que é pior, que prejudicam a própria população que as trata como heróicas. Exemplo em entidades mafiosas infiltradas em serviços de saúde, ecologia e segurança. Obviamente em contexto que conta com pessoas influentes, sejam empresários, políticos, da área da segurança. Nada foi novidade, como na ampliação dos negócios para tráfico humano, esporte, etc e tal. Em outras palavras, a máfia chegou ao poder. "Mais ou menos" Poderia ter sido a reportagem de capa, constatando-se no maior número de comentários na seção de cartas da edição seguinte. O tema foi o Transtorno Bipolar. A reportagem começou com pensamento que partilho, de existir modismo nas redes sociais de supervalorizar negatividades. Olha que na época dessa edição nem havia ainda Instagram, Tik Tok ou Kwai, onde muita gente se expõe com bipolaridade, bordelaine, depressão, etc e tal, como se fosse existência intransponível e até desculpa para inconsequências, num MI-MI-MI do cacete! Ai, que dor, ai que tristeza, ai aquilo ou aquilo outro... Ok! Identificou o fato, beleza! O desenrolar não deve parar aí! Nada de conformismo e entrega. Importante também identificar causas, outro ponto que a reportagem valorizou, definidas como genéticas, ambientais (pressões na família, meio, coisa e tal) e de diagnósticos diversos (nesse se inclui o modismo). Não basta também identificar, é preciso ajuda para os portadores de transtorno de bipolaridade, em sua oscilação de euforia e depressão. Ajuda para ele mesmo se ajudar, o que é fundamental... É transtorno, é doença, condicionante a desatinos contra si ou o próximo na oscilação emocional. Basta pensar que estatisticamente existe grande percentual de tentativas de suicídio. Sobre a ajuda, a reportagem deixou a desejar e basicamente dissertou sobre aprender a se controlar. Então é isso! Seja por ajuda especializada, seja na comunhão e lapidação em Deus, existem soluções para se controlar. Nada de lágrimas eternas ou desculpas para sandices, a euforia e depressão podem e devem ser superadas. No livro de Gênesis Deus falou para Caim algo como "Eis que teu desejo está contra ti, mas a ti cumpre dominá-lo. Não se ponha o sol sobre a vossa ira!". Tá vendo, aprender a se controlar. Essas e outras na edição...

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