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    O Rio de Janeiro do Meu Tempo (Edições do Senado Federal #1) -

    Luís Edmundo

    Imprensa Oficial do Estado do Rio de Janeiro
    2009
    664 páginas
    22h 8m
    ISBN-10: B08P293LX1
    Português Brasileiro
    4.2
    5 avaliações
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    Favoritos0Desejados25Avaliaram5

    LUÍS EDMUNDO DE MELO PEREIRA DA COSTA nasceu em 26 de junho de 1878 e faleceu em 8 de dezembro de 1961 na cidade do Rio de Janeiro, da qual se tornou o principal memorialista. A "Janeiro no Tempo dos Vice-Reis" (1938), "A Corte de D. João VI no Rio de Janeiro" (1940) e "O Rio de Janeiro do Meu Tempo" (1940), além de "Recordações do Rio Antigo" (1950) e "Memórias" - publicado em cinco volumes (1958, 1962 e 1968), forma o mais importante conjunto de registros literários da vida carioca, desde os tempos coloniais até meados do século XX. Embora também fosse poeta, jornalista e teatrologo, foi essencialmente a condição de cronista histórico que o guindou à Cadeira 33 da Academia Brasileira de Letras, em 1944. Notabilizou-se ainda como poeta impressionista, que oscilava entre o Parnasianismo e o Simbolismo. O poema Olhos Tristes, uma flor do sentimento romântico, tornou-se peça indispensável em saraus literários. A obra poética foi reunida nos livros "Nimbus (1899), "Turíbulos" (1900), "Turris Eburnea" (1902), "Poesias" (1907), "Rosa dos Ventos" (1919) e "As Fábulas de Trilussa" (1927). No teatro, escreveu peças como "A Marquesa de Santos" e "Dom João VI" (1924), "Independência" (1925) e "L'Appel à la Raison" (1926). Luis Edmundo foi um homem que viveu intensamente seu tempo na cidade onde nasceu, pesquisou o passado deste mesmo Rio de Janeiro com olhar aguçado e perpetuou seu nome na cultura fluminense.

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    Resenhas (1)Ver mais
    Chiara Cruz picture
    Chiara Cruz04/07/2011Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Esse livro é a melhor maneira de andarmos nas ruas do Rio de Janeiro do início do século XX, sentar em um café e bater um papo com grandes intelectuais da época, depois ir ao teatro e andar de tilbury... O livro é extremamente detalhista quanto aos lugares da moda e aos tipos que se via nas ruas, os costumes e o cotidiano da cidade saltam aos olhos. Muito bom, mas em algumas partes dá vontade de largar o livro...ainda mais quando ele começa a falar dos jornais, seus reporteres, etc...

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