[...] Não sei como o livro foi parar em Guernsey. Talvez haja algum instinto secreto nos livros que os leve aos seus leitores perfeitos. Se isso fosse verdade, seria encantador.
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✍🏼 Juliet Ashton é uma escritora notável. Sua escrita espontânea e leve está lhe proporcionando uma certa fama. Num cenário da segunda guerra, seu livro trouxe certo divertimento e porque não dizer, fuga da realidade assombrosa, em que estavam inseridos. Agora pós guerra Juliet recebe uma carta de um homem que teve o prazer de ter em suas mãos, não um livro escrito pela Juliet, mas um livro que pertencera à mesma. Durante a guerra esse livro e as anotações pertinentes de sua dona antecessora foram um alento para esse homem. Ele não pôde controlar o desejo de saber mais sobre o livro.
Dawsey Adams, é a definição de melhor pessoa do mundo, porém seu jeito tímido, até mesmo inseguro em certas ocasiões o faz parecer solitário. E até era, mas isso mudara, graças a um porco assado, uma torta de casca de batatas e à Elizabeth.
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[...] "A vida continua." Que bobagem, eu pensava, porque é claro que ela não continua. É a morte que continua; Ian está morto agora, estará morto amanhã e no ano que vem e para sempre. Não existe fim para isso. Mas, talvez, haja um fim para o sofrimento que isso causa.
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✍🏼 Esse livro é lindo, embora traga alguns relatos de dor, sofrimento e desumanidade causados pelos alemães durante a guerra. É um livro apaixonante, cativante, nos leva a ser íntimos dos personagens, a amá-los, a torcer pelo final feliz. Chegamos ao final do livro com um gostinho de quero mais. Queremos mais dessa sociedade literária e torta de casca de batatas.
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Indicadíssimo.