Ensaios - Que filosofar é aprender a morrer e outros ensaios

    Michel de Montaigne

    L&PM Pocket
    2017
    225 páginas
    7h 30m
    ISBN-10: B077PL5RQB
    Português Brasileiro

    Eis um livro que influenciou todos os grandes pensadores, no mundo inteiro: os Ensaios, de Michel de Montaigne (1533-1592), que reúne textos independentes sobre temas diversos, desde a natureza do ato de refletir à tristeza. Uma das mentes mais originais de que já se teve notícia, Montaigne foi um humanista radical, um precursor do Iluminismo. Sem ser acadêmico, militar, professor ou religioso, colocou a própria consciência no centro de qualquer reflexão que poderia fazer. E o fez com extrema graça, estilo e espírito, legando à posteridade três grandes volumes de sua autoria. Aqui o leitor encontra os primeiros 25 textos dos Ensaios, que compõem a primeira metade do Livro I da obra do autor. Dentre eles destacam-se "Que filosofar é aprender a morrer", uma reflexão sobre a vida e a morte, e "Da educação das crianças", um libelo por uma educação humanista e pelo livre-pensamento.

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    Doney Corteletti Stinguel08/03/2017Resenhou um livro
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    Lista de livros: Os Ensaios, de Michel de Montaigne

    Parte I: “A posição de um homem que mistura a devoção com uma vida execrável parece ser bem mais condenável que a de um homem coerente consigo mesmo e inteiramente dissoluto.” * “O Livro Sagrado dos mistérios de nossa fé não é estudo para todo mundo: é estudo para pessoas que a isso se dedicaram, que Deus chama para tal; os maus, os ignorantes tornam-se piores com isso.” * “Nenhum vento serve para quem não tem porto de chegada.” * Mais em: https://listadelivros-doney.blogspot.com.br/2017/02/os-ensaios-uma-selecao-parte-i-michel.html XXXXXXXXXXXXXXXXX Parte II: “Tenho tamanha queda pela liberdade que se alguém me proibisse o acesso a algum canto das Índias eu viveria de certa forma menos à vontade.” * “Um homem pode ter sido extraordinário no mundo e sua mulher e seu criado nele nada enxergarem de, pelo menos, digno de nota. Poucos homens foram admirados por seus domésticos. Ninguém foi profeta não só em sua casa mas em seu país, diz a experiência das histórias.” * “Nós, principalmente, que vivemos uma vida interior que só está à mostra para nós, devemos ter estabelecido um modelo interior que seja a pedra de toque de nossos atos, pelo qual ora nos lisonjeamos, ora nos castigamos. Tenho minhas leis e meu tribunal para julgar a mim mesmo, e a eles me dirijo mais que a outro lugar. Restrinjo minhas ações em função dos outros, mas só as estendo em função de mim. Só vós é que sabeis se sois covarde e cruel, ou leal e devotado: os outros não vos veem, adivinham-vos por conjecturas incertas; veem não tanto vossa natureza como vossa arte. Por isso, não confiais em sua sentença, confiais na vossa.” * Mais do blog Lista de Livros em:

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