Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas2
    • Leitores76
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Capítulos de História do Império -

    Sérgio Buarque de Holanda

    Companhia das Letras
    2010
    264 páginas
    8h 48m
    ISBN-13: 9788535916669
    Português Brasileiro
    4
    13 avaliações
    Leram12Lendo1Querem62Relendo0Abandonos1Resenhas2
    Favoritos1Desejados62Avaliaram13

    Nos últimos tempos de sua atividade intelectual, Sérgio Buarque de Holanda empenhava-se na reescrita do livro Do Império à República, editado em 1972 como último volume da Coleção História Geral da Civilização Brasileira. Resultado de ampla e criteriosa pesquisa documental, Capítulos de história do Império é o produto do esforço inacabado do autor-intérprete do Brasil, cuja obstinação intelectual e rigor com seus escritos o fez reelaborar uma obra que ele considerava imperfeita. Nas quatro partes que compõem o volume, Sérgio Buarque de Holanda analisa a crise do Império brasileiro no final do século XIX, compreendendo-a como produto da falência do mecanismo de sustentação deste regime: o poder pessoal do imperador. A publicação desses manuscritos inéditos - cerca de 150 páginas revisadas - prova a atualidade do historiador que elegeu o Brasil como foco constante e sempre renovado de suas investigações intelectuais, seja ao analisar o imaginário do colonizador no clássico estudo Visão do Paraíso, seja ao estudar o declínio do Império, como refez nessas páginas. No prefácio, Fernando Novais destaca a excelência da análise de Sérgio Buarque de Holanda, cuja obra "apresenta a realização em mais alto grau das articulações entre o geral e o particular, um equilíbrio raríssimo mesmo nas melhores obras no campo das humanidades". http://www.companhiadasletras.com.br

    Resenhas (2)Ver mais
    marcelo nascimento picture
    marcelo nascimento09/01/2026Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Sergio Buarque de Holanda foi um dos grandes intelectuais do Brasil, que dedicou sua vida inteira a entender a formação do Brasil como nação. esse livro, fruto de revisões dos capítulos sobre império brasileiro na sua obra maior, a coleção História Geral da Civilização Brasileira, trás a sanha da escrita rigorosa, polida, mas cheia de interesse pelo seu objeto maior: o Brasil.

    5 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    4 / 13
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas54%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas0%
    Sérgio Buarque de Holanda profile picture

    Sérgio Buarque de Holanda

    Sérgio Buarque de Holanda foi um dos mais importantes historiadores brasileiros. Foi também crítico literário e jornalista. Sérgio Buarque de Holanda estudou em diversas escolas de São Paulo uma delas foi a Escola Estadual Caetano de Campos. Mudou-se, em 1921, para o Rio de Janeiro, matriculando-se na Faculdade de Direito da Universidade do Rio de Janeiro, atual Faculdade Nacional de Direito da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), onde obteve o bacharelado em Ciências Jurídicas e Sociais em 1925. Ao longo da década de 1920, atuou como representante do movimento modernista paulista no Rio de Janeiro. Trabalhou então em diferentes órgãos de imprensa e, entre 1929 e 1930, foi correspondente dos Diários Associados em Berlim, onde também frequentou atividades acadêmicas, como as conferências do historiador Friedrich Meinecke. De volta ao Brasil no começo dos anos 30, continuou a trabalhar como jornalista. Em 1936, obteve o cargo de professor assistente da Universidade do Distrito Federal. Neste mesmo ano, casou-se com Maria Amélia de Carvalho Cesário Alvim, com quem teria sete filhos: Sérgio, Álvaro, Maria do Carmo, além dos músicos Ana de Hollanda, Cristina Buarque, Miúcha e Chico Buarque. Ainda em 1936, publicou o ensaio Raízes do Brasil, que foi seu primeiro trabalho de grande fôlego e, ainda hoje, é o seu escrito mais conhecido. Em 1939, extinta a Universidade do Distrito Federal, passou a trabalhar na burocracia federal. Em 1941, passou uma longa temporada como visiting scholar em diversas universidades dos Estados Unidos. Reuniu, no volume intitulado Cobra de Vidro, em 1944, uma série de artigos e ensaios que anteriormente publicara nos meios de imprensa. Publicou em 1945 e 1957, respectivamente, Monções e Caminhos e Fronteiras, que consistem em coletâneas de textos sobre a expansão oeste da colonização da América Portuguesa entre os séculos 17 e 18. Em 1946, voltou a residir em São Paulo, para assumir a direção do Museu Paulista, - que ocuparia até 1956 - sucedendo então ao seu antigo professor escolar Afonso Taunay. Em 1948, passou a lecionar na Escola de Sociologia e Política de São Paulo, na cátedra de História Econômica do Brasil, em substituição a Roberto Simonsen. Viveu na Itália entre 1953 e 1955, onde esteve a cargo da cátedra de estudos brasileiros da Universidade de Roma. Em 1958, assumiu a cadeira de História da Civilização Brasileira, agora na Faculdade de Filosofia, Ciências e Letras da USP. O concurso para esta vaga motivou-o a escrever Visão do Paraíso, livro que publicou em 1959, no qual analisa aspectos do imaginário europeu à época da conquista do continente americano. Ainda em 1958, ingressou na Academia Paulista de Letras e recebeu o Prêmio Edgar Cavalheiro, do Instituto Nacional do Livro, por Caminhos e Fronteiras. A partir de 1960, passou a coordenar o projeto da História Geral da Civilização Brasileira, para o qual contribuiu também com uma série de artigos. Em 1962, assumiu a presidência do recém-fundado Instituto de Estudos Brasileiros. Entre 1963 e 1967, foi professor convidado em universidades no Chile e nos Estados Unidos e participou de missões culturais da Unesco em Costa Rica e Peru. Em 1969, num protesto contra a aposentadoria compulsória de colegas da Universidade de São Paulo pelo então vigente regime militar, decidiu encerrar a sua carreira docente. No contexto da História Geral da Civilização Brasileira, publicou, em 1972, Do Império à República, texto que a princípio fora concebido como um simples artigo para a coletânea, mas que, com o decurso da pesquisa, acabou por ser ampliado num volume independente. Trata-se de um trabalho de história política que aborda a crise do império brasileiro no final do século 19, explicando-a como resultante da corrosão do mecanismo fundamental de sustentação deste regime: o poder pessoal do imperador. Permaneceu intelectualmente ativo até 1982, tendo ainda neste último decênio publicado diversos textos. De 1975 é o volume Vale do Paraíba - Velhas Fazendas e de 1979, a coletânea Tentativas de Mitologia. Nestes últimos anos, trabalhou também na reelaboração do texto de Do Império à República - que não chegou a concluir. Participou, em 1980, da cerimônia de fundação do Partido dos Trabalhadores (PT), recebendo a terceira carteira de filiação do partido, após Mário Pedrosa e Antonio Candido.[2] Neste mesmo ano, recebeu tanto o Prêmio Juca Pato, da União Brasileira de Escritores, quanto o Prêmio Jabuti, da Câmara Brasileira do Livro.

    31 Livros
    111 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Sérgio Buarque de Holanda