A edição trouxe reportagens curiosas, sem se aprofundar. Algumas delas foram:
"Sono"
Reportagem de capa, destacou a importância para a fixação do conhecimento, quando os estímulos diurnos armazenados numa área temporária (hipocampo) seriam redirecionados para região do córtex cerebral onde permaneceriam como informação definitiva (memória). Processo potencializado pela formação de novas sinapses neurais durante o sono.
Sou leigo no assunto, mas acredito nessa fisiologia, ciente de que existem outros fatores não citados que impactam o tema. Por exemplo, existem estudos sobre melhor posição para dormir e alimentação aconselhável ou não. O melhor, acredito, é dormir com paz no coração.
"O muro que dividiu o século"
Dez anos pós derrubada, a edição resgatou história do muro de Berlim, com curiosidades de quem construiu, razões, o que acontecia e características da estrutura. Lembrando que perdurou por 40 anos, entre 1949 e 1989.
"100 invenções e descobertas do milênio"
Na proximidade da virada para o segundo milênio d.C, a Super trouxe linha temporal com pontos históricos para a ciência, numa proposição legal de instigar o leitor para selecionar o momento que considerava mais decisivo.
Creio que essa linha teve aspectos ignorados, mas embarcando numa tardia brincadeira, escolho a imprenssa de Gutenberg em 1454, quando aperfeiçoou e popularizou o mecanismo de impressão dos livros. A partir daí percebemos várias revoluções... E tudo começou, em tese, com a facilitação da informação. Minha escolha, acho que a mesma também de muitos.
Essas e outras na edição.