Uma obra quase perfeita - até a metade
Até o capítulo XXII, por aí, é uma obra-prima de sutileza: Diniz me fez lembrar de Jane Austen com a sua contenção de sentimentos nos diálogos. Depois contudo a qualidade vai caindo e ele se torna grandiloqüente, excessivo, copioso, melodramático... Estragando todo o efeito anterior! Nem parece o mesmo escritor do começo do romance. Mesmo assim, merece as quatro estrelas porque sua primeira parte é magistral. O autor tem outro livro com qualidade muito próxima deste: "A Morgadinha dos Canaviais". E ainda gosto muito mais de Julio Diniz do que de Camilo Castelo Branco, do qual li dois livros me arrastando. Chaato.










