Agosto de 2022
"Batalha de Stalingrado" Ocorreu entre 1942 e 1943 e, em linhas gerais, foi decisiva por colocar de vez as duas superpotências da época (nazista e comunista) em confronto direto na guerra, quando até então tinham tratado de não agressão (assinado em 1939, apesar do clima de hostilidade mútua). Pontos interessantes na reportagem: - a desfaçatez do tratado, que previa não agressão entre eles, mas contra áreas de abrangência que repartiram entre si de maneira totalitária; - a cobiça e arrogância de Hitler sobrepujou o acordo e quiz dar logo xeque-mate nos comunistas conquistando a cidade com nome do líder; - a força aérea alemã detonou o lugar, mas as forças terrestres sofreram com mal planejamento diante de obstáculos impactantes, como a distância para reabastecimentos necessários, o clima de inverno hostil e estratégia de "pinça" dos soviéticos (ataques rápidos pelos flancos dificultando a mobilidade e acentuando as fraquezas); - a batalha mais sangrenta, com mortes acima de 1 milhão de vítimas; - destaque também para as ideologias nazista e comunista sobre as mulheres no confronto (alemães restringiam ao lar e entre os comunistas participaram diretamente nas frentes, entre outros fatos descritos, pelo menor contingente de homens). Eu, hein! Um e outro, senhores da guerra cobiçosos pelo poder a custa da morte do povo manipulado e cego. "O filho do sol" Sobre Tupac Amaru, o líder peruano de origem inca que no século 18 organizou resistência contra massacre aos povos nativos e tornou-se inspiração em ideais libertários, de independência e igualitários, em movimentos revolucionários nas Américas. Houve tempo em que a revista dava show em ilustrações. Que pena que ficou para traz, como nessa reportagem, tão pouco instigante visualmente, a exemplo de toda a revista... "Os dentes e o tempo" Curiosidades sobre a história da Odontologia. "Heroínas pioneiras" Entrevista com Heloisa Starling e Antonia Pellegrino, autoras de "Independência do Brasil - as mulheres que estavam lá", livro recém-lançado que mostrou-se boa dica de leitura para perpepção da participação fundamental ou pouco conhecida de mulheres como Leopoldina e Maria Quitéria. "Divas inesquecíveis" Interessante o paralelo entre princesa Diana e Maryllin Monroe, duas das figuras mas icônicas do século passado, que experimentaram o melhor e pior da fama, morrendo por conta dela, jovens, aos 36 anos, em circunstâncias trágicas mal esclarecidas. Curioso... Não tem uma galera que faz relação entre Joplin, Hendrix e Morrison por semelhanças na morte em teorias conspiratórias? O mesmo procede para especulações sobre Marylin e Diana... Penso é logo no versículo bíblico "De que vale ganhar o mundo inteiro e perder sua alma" (Mateus 16:26). A fama pode trazer ônus de muita coisa ruim também...


