Nadja -

    André Breton

    Folio
    1973
    190 páginas
    6h 20m
    ISBN-13: 9782070360734

    Nadja est un récit autobiographique d'André Breton publié en 1928, revu et corrigé par l'auteur en 1962. Avec le ton neutre du « procès-verbal », du document « pris sur le vif1 », Breton rend compte « sans aucune affabulation romanesque ni déguisement du réel2 » des événements quotidiens survenus durant 9 jours entre lui et une jeune femme rencontrée le 4 octobre 1926 à Paris, Léona Delcourt, qui se surnommait elle-même « Nadja ».

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    Carla Andrade Martins Torres06/02/2013Resenhou um livro
    2 (Razoável)

    Nadja

    Uma amiga me indicou este livro, dizendo: "Nadja é o livro da minha vida". Aí, a curiosidade veio, bateu e ficou. Comprei o livro na feira anual da USP e logo comecei a ler. Para curtir a história e penetrar na trama é preciso mergulhar de cabeça no surrealismo. E, para ter idéia do que me esperava, bastou olhar a capa do livro. Nadja é imaginação pura. Ler a obra foi uma experiência ótima, mas completamente diferente. André Breton é o narrador-personagem do romance. A história gira em torno de sua busca por Nadja pelas ruas de Paris. Durante a trama, os dois se enconotram por acaso algumas vezes e desencontram-se em outras ocasiões. O mais legal do livro é que, apesar de a história ser completamente fantasiosa, intimista e subjetiva, o autor recheia o livro com fotos de locais reais de Paris, dando o tom de realidade na medida certa ao leitor. Fora a importância do romance, tido como expressão máxima do "Manifesto Surrealista", Nadja vale a pena principalmente porque viver a vida sempre com base apenas na realidade nua e crua é chato demais. Quando eu conseguir terminar a fila de livros que tenho pra ler, vou reler Nadja. Acho que esse é o tipo do livro que se deve reler de tempos em tempos, pois cada vez as descobertas serão diferentes e surpreendentes. O Manifesto Surrealista O Manifesto do Surrealismo foi publicado pelo escritor francês André Breton em 1924, e trouxe para o mundo um novo modo de encarar a arte. Seguido do Dadaísmo (movimento que propunha a oposição por qualquer tipo de equilíbrio), o surrealismo impunha o chamado automatismo psíquico, "estado puro, mediante o qual se propunha transmitir verbalmente, por escrito, ou por qualquer outro meio o funcionamento do pensamento; ditado do pensamento, suspenso qualquer controle exercido pela razão, alheio a qualquer preocupação estética ou moral".

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