Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas5
    • Leitores117
    • Similares6
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Uma Defesa da Poesia e Outros Ensaios - A Defence of Poetry And Other Essays

    P. B. Shelley

    Landmark
    2008
    144 páginas
    4h 48m
    ISBN-13: 9788588781368
    Português Brasileiro
    3.7
    23 avaliações
    Leram31Lendo6Querem77Relendo0Abandonos3Resenhas5
    Favoritos1Desejados77Avaliaram23

    "Não há perigo para um homem que sabe o que a morte e a vida significam" Somente com esta frase já é possível imaginar o tom de sua obra e o porque o autor inglês se consagrou com um dos mais importantes nomes do Romantismo. A Editora Landmark, especializada em grandes clássicos da literatura mundial, após Persuasão, de Jane Austen, O Morro dos Ventos Uivantes, de Emily Brontë e, entre outros títulos, O Último Homem, de Mary Shelley, lança pela primeira vez no Brasil e em edição bilíngüe "Uma Defesa da Poesia e Outros Ensaios". Uma brilhante peça de discussão filosófica que apresenta todo o poder de argumentação, beleza, intelecto e imaginação do poeta Percy Shelley. A obra declara o ´valor essencial e a natureza ideal´ da poesia e é a mais importante obra em prosa do autor. Seus argumentos são apresentados de modo vívido e de maneira convincente. Nesta sua produção, datada de 1815, mas só publicada 17 anos após sua morte por sua esposa, a também escritora Mary Shelley - autora das obras ´O Último Homem´ e ´Frankenstein´ - Shelley apresenta belíssimos discursos sobre o Amor, a Vida, a importância da Poesia na vida dos Homens, além de discorrer sobre Deus, a vida futura e a razão da existência da Humanidade. Apresenta argumentos sobre o porquê da Poesia tornar todas as coisas mais belas, exaltando a beleza daquilo que por si já é belo. Ele associa na poesia e em seus outros ensaios o júbilo e o horror, o pesar e o prazer, a eternidade e a mudança; subjuga a luz para revelar todas as coisas irreconciliáveis, transmutando tudo aquilo que toca e tudo que necessita existir para que a vida tenha sentido.

    Similares (6)

    Ver mais
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    • book cover
    Resenhas (5)Ver mais
    Alexandre Marchito picture
    Alexandre Marchito21/05/2026Resenhou um livro
    3 (Bom)

    A semente da poesia e uma pérola escondida

    Em meio aos ensaios de Shelley, achei a pérola: “A Necessidade do Ateísmo”. Publicado anonimamente em 1811, custou a expulsão dele de Oxford. Em 1813, Shelley anexou uma versão revista e ampliada ao poema "Queen Mab" como nota. É essa versão que brilha no livro. Aplausos para Fabio Cyrino e Marcella Furtado: além da tradução, anotaram e verteram os trechos em latim citados por Shelley. Uma defesa da poesia "O futuro está contido no presente, como uma planta na semente."

    3 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.7 / 23
    • 5 estrelas22%
    • 4 estrelas39%
    • 3 estrelas26%
    • 2 estrelas13%
    • 1 estrelas0%
    Percy Bysshe Shelley profile picture

    Percy Bysshe Shelley

    Percy Bysshe Shelley (Field Place, Horsham, 4 de agosto de 1792 — Mar Lígure, Golfo de Spezia, 8 de julho de 1822) foi um dos mais importantes poetas românticos ingleses. Shelley é famoso por obras tais como Ozymandias, Ode to the West Wind, To a Skylark, e The Masque of Anarchy, que estão entre os poemas ingleses mais populares e aclamados pela crítica. Seu maior trabalho, no entanto, foram os longos poemas, entre eles Prometheus Unbound, Alastor, or The Spirit of Solitude, Adonaïs, The Revolt of Islam, e o inacabado The Triumph of Life. The Cenci (1819) e Prometheus Unbound (1820) são peças dramáticas em 5 e 4 atos respectivamente. Ele também escreveu os romances góticos Zastrozzi (1810) e St. Irvyne (1811) e os contos The Assassins (1814) e The Coliseum (1817). Shelley foi famoso por sua associação com John Keats e Lord Byron. A romancista Mary Shelley foi sua segunda esposa.

    24 Livros
    27 Seguidores
    West Sussex, Horsham

    Percy Bysshe Shelley