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    O segundo sexo -

    Simone de Beauvoir

    Nova Fronteira
    2020
    904 páginas
    1d 6h 8m
    ISBN-10: 8520943799
    Português Brasileiro
    4.4
    1610 avaliações
    Leram2989Lendo1396Querem9786Relendo41Abandonos321Resenhas92
    Favoritos1Desejados9786Avaliaram1610

    Em 1949, Simone de Beauvoir publicava na revista Les Temps modernes alguns capítulos de seu próximo livro, O segundo sexo. Pioneiro, o texto causou grande comoção por seu feminismo audacioso e consagrou a autora no panteão da filosofia mundial. Em homenagem aos setenta anos desta obra revolucionária, a Editora Nova Fronteira preparou esta edição especial, que conta com a colaboração de grandes pensadoras brasileiras. A antropóloga Mirian Goldenberg, a historiadora Mary Del Priore e a filósofa Djamila Ribeiro abordam, em textos inéditos, a importância da obra ao longo das décadas. O livreto extra traz também o impactante ensaio “Quem tem medo de Simone de Beauvoir?”, da filósofa Marcia Tiburi, e uma entrevista com Sylvie Le Bon de Beauvoir, herdeira e editora da escritora francesa, publicada pela Cult. O material conta ainda com fotos que perpassam a vida de Simone de Beauvoir, uma das mentes mais brilhantes do século XX.

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    @psi.adriana.scarpin picture
    @psi.adriana.scarpin05/01/2014Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Bíblia feminista

    Por onde eu começo? Falando que finalmente achei uma bíblia pra chamar de minha? Como essas edições estão divididas em dois livros, esse que acabei de ler equivale ao Antigo Testamento, rá! O Livro é dividido em três partes: Parte 1 – Destino: Dividido em três capítulos, no primeiro fala-se sobre as bases biológicas das diferenças entre homens e mulheres e o quanto essas diferenças são ínfimas para justificarem um tratamento social diferenciado. No segundo é específico para destruir a teoria psicanalítica como uma teoria válida aos estudos de gênero e já evidencia uma simpatia de Beauvoir por Alfred Adler e um certo desprezo por Sigmund Freud, mesmo porque Adler era um dos raros feministas das primeiras décadas da psicologia. No Terceiro capítulo, Beauvoir aborda o feminismo do ponto de vista do Materialismo Histórico e tudo que é incompatível com ele, muito embora Marx e especialmente Engels vissem na mulher um sujeito tão oprimido quanto qualquer operário. Parte 2 – História: Dividido em 5 capítulos que falam do tratamento da mulher através da história e filosofia, ficamos sabendo de indivíduos que foram realmente sexistas e até misóginos como Aristóteles, Hegel, Rousseau, Comte, Proudhon, Napoleão, Hitler e Pitágoras, aqui passa-se a falar da Mulher sendo sempre considerada O Outro e não um Sujeito. Ao passo que se cita alguns pensadores que foram homens feministas como Diderot, Voltaire, Engels, John Stuart Mill, Lincoln, Lênin e Stendhal. Parte 3 – Os Mitos: Dividido em três capítulos, no primeiro Beauvoir se dispõe a falar dos arquétipos femininos que se concretizaram em função dos homens, desde arquétipos religiosos até puramente mitológicos que foram apropriados pelos homens para serem usados na opressão feminina. No segundo capítulo são analisados 5 autores e como o feminino é tratado em suas respectivas obras, o primeiro é Motherlant (que eu não conhecia e pelo que Beauvoir falou nem tenho pretensão de conhecer) que se enquadra como misógino, o segundo é D.H. Lawrence que é enquadrado como falocêntrico, o terceiro é o Paul Claudel (o irmão de Camille) que se enquadra como sexista bíblico, o quarto é o Breton se enquadrando como preservador da mulher enquanto Outro e finalmente, o quinto é Stendhal que usava sua literatura para descrever mulheres completas e plenas como Sujeito independentes do Homem. No terceito capítulo Beauvoir usa para colocar Motherlant, Lawrence, Claudel e Breton num mesmo balaio, o de não conseguirem se abster de colocar a mulher como um ser colocado no mundo para ser uma extensão dos homens, ao passo que Stendhal dá autonomia à mulher. Enfim, eu tagueei esse livro com o pouco usado fucking masterpiece, porque simplesmente é uma obra prima e a Simone de Beauvoir é um gênio, sabendo dosar a teoria de Merleau-Ponty, Heidegger e, óbvio, Sartre para o deleite da causa feminista. “Reconhecer um ser humano na mulher não é empobrecer a experiência do homem: esta nada perderia de sua diversidade, de sua riqueza, de sua intensidade, se se assumisse em sua intersubjetividade; recusar os mitos não é destruir toda relação dramática entre os sexos, não é negar as significações que se revelam autenticamente ao homem através da realidade feminina; não é suprimir a poesia, o amor, a aventura, a felicidade,o sonho: é somente pedir que as condutas, os sentimentos, as paixões assentem na verdade”. - Simone de Beauvoir

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