Cleopatra Paige hates one thing in this world -- just one -- and his name is Zachariah Prince. In grade school, he pulled at her pigtails. In middle school, he spread false rumors about her. And in high school, he ruined her prom. She hates that his smirks are unfairly sexy. And she definitely loathes that his dark eyes seem to follow her everywhere. Sometimes, even in her dreams. It doesn’t matter that he’s rich and popular or that he lives in a freaking mansion full of butlers and maids. He’s rude and arrogant, and she wants to stay as far away from him as possible. But unfortunately for Cleo, she lives in the same freaking mansion as Zach. Only he’s the prince and she’s the lowly maid who serves him. #EnemiesToLovers #ZachAndCleo #AssholeAlpha #Angst #NewAdult
Bad Boy Blues (St. Mary’s Rebels #0.5) -
Saffron A. Kent
Curti!
Li a versão traduzida pela editora Cherish. Não achei aqui no Skoob, então tô marcando no original mesmo hahahaha Antes de mais nada, trata-se de bully romance. Achei a temática super de boa porque não é gatilho para mim, e também porque o protagonista era mais do tipo conivente, e não quem efetivamente maltratava a mocinha, apesar de que em algumas ocasiões ele seria o "mandante", sim, ou ajudava a maltratá-la, desprezá-la ou pregar peças. O atenuante é que a história se passa três anos depois, então vemos quem Zac se tornou, além de descobrirmos quem ele é de verdade e por que ele sofre. Ele ainda tem problemas de comportamento e outros demônios internos, assim como a protagonista feminina, Cleo (ou Blue). Até uns 80% achei o desenvolvimento do romance bem de boa. Até mesmo nos hots, apesar de muitos, percebe-se uma evolução gradual na dinâmica e na intimidade entre eles. Só lamento que houve uma cena onde o protagonista realmente me decepcionou, e daí desanimei um pouco com o livro, mesmo que ele tenha se redimido (ou não) depois. Isso já foi mais ou menos perto do final, então foi um baque dolorido pra mim. E a partir daí já não aproveitei tanto a leitura. Achei bem confusa a ambientação do local onde eles vivem. Trata-se de uma cidade fictícia onde os Prince (a família do protagonista masculino) mandam em tudo, pois são os descendentes dos fundadores. Acontece que tem um clima meio monárquico (mas não, eles são somente ricos mesmo), só que se passa no século 21. Tem outras questões que deixam claro que há uma linha invisível entre ricos e pobres, mas algumas questões não fazem sentido. Sei lá, achei uns detalhezinhos bem contraditórios, acho que a autora não soube desenvolver bem e amarrar esses pontos. A tradução também não foi muito feliz. Além de percebermos que se trata de uma tradução (com frases que não foram adaptadas, mas traduzidas de forma literal), como também existem aquelas que ficaram fora de contexto, como gênero flexionado de forma incorreta (era a garota falando, mas estava no masculino, ou o contrário), e diálogos longos onde os parágrafos seguintes deveriam ter sido pontuados com aspas, mas havia travessões, dando a entender que tinha mudado o interlocutor. Também há erros de revisão, mas que não me incomodaram tanto quanto os de tradução. Relevando isso, a história me prendeu. O que acho mais importante no livro é a sua capacidade de me fazer sentir, surtar e devorar a leitura. Por isso as quatro estrelas, mesmo que eu não tenha curtido tanto os capítulos finais. Não tem um enredo excepcional, mas fiquei bastante surpresa com o livro num geral (nunca tinha lido bully romance em livro contemporâneo). A narrativa em primeira pessoa com os fluxos de consciência foi bem interessante.
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