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    To Flame a Wild Flower (Crystal Bloom #3) -

    Sarah A. Parker

    Independente
    2023
    591 páginas
    19h 42m
    ISBN-10: B0B86DS37P
    3.9
    13 avaliações
    Leram15Lendo1Querem27Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos3Desejados27Avaliaram13

    It’s not in my nature to beg, but I’ll stay on my knees until I feel that flame sputter out. And then … I’ll rip the world to shreds. I’ve tumbled into a darkness so deep it’s hard to see the light, my petals curling inward as I tip my face from the sun. Hide from my monstrous actions. Traitor. Murderer. High Mistress. My mistakes hunt me down, and I’m pulled into a political tug-of-war, balancing Ocruth’s welfare on the edge of a bloody blade. The moon is swelling, the weight on my shoulders compacting, and my unfailing curiosity keeps weaving its roots in the wrong direction. Horrible truths unravel, casting explosive light on everything I thought I knew. I’ll have no choice but to shed my morals, my withering self-preservation, and sow the seed of a plan set to bloom beneath a bloated moon. One wrong move could destroy everything. Destroy me. Lines will blur, blood will spill, and I’ll learn how fragile I really am—at a cost far greater than I could have imagined. Fate is a ravenous beast, and there’s only so far I can run. To Flame a Wild Flower is the third book in the Crystal Bloom series—a dark fantasy romance full of immersive imagery and breathtaking angst.

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    🪐Stefania Dallas picture
    🪐Stefania Dallas07/07/2026Resenhou um livro

    Quando até as flores precisam atravessar o fogo

    Enquanto lia, percebi que To Flame a Wild Flower fala sobre transformação. Não aquela mudança rápida, quase mágica, que acontece de um capítulo para o outro. Mas a transformação que nasce da dor, das perdas e das escolhas difíceis — aquelas que nos obrigam a deixar para trás versões antigas de nós mesmos. Foi impossível não sentir o peso que Orlaith carrega durante toda a narrativa. Pela primeira vez, tive a impressão de que ela compreende que cada decisão tem consequências e que nem sempre existe um caminho capaz de preservar tudo aquilo que amamos. Seu amadurecimento foi o aspecto que mais me marcou. A jovem que um dia conheceu apenas os limites da torre agora enfrenta um mundo muito maior, onde política, poder, lealdade e sobrevivência caminham lado a lado. Ainda assim, Sarah A. Parker nunca permite que esses elementos ofusquem aquilo que considero o verdadeiro coração da série: seus personagens. Rhordyn continua sendo um dos protagonistas mais complexos que encontrei na fantasia recente. Quanto mais descubro sobre ele, mais percebo que julgá-lo é uma tarefa muito mais difícil do que parecia no início da série. Sua presença continua carregando silêncio, dor e devoção em igual medida, tornando cada encontro entre ele e Orlaith emocionalmente intenso. Também gostei da maneira como o universo continua se expandindo. A autora amplia os conflitos, revela novas camadas da mitologia e mostra que este mundo ainda guarda muitos segredos. Em nenhum momento tive a sensação de que a fantasia servia apenas como pano de fundo; ela cresce junto com os personagens, acompanhando suas transformações. Ao mesmo tempo, Sarah A. Parker permanece fiel ao seu estilo. A narrativa continua delicada, introspectiva e profundamente emocional. Em alguns momentos, ela desacelera os acontecimentos para permitir que o leitor permaneça mais tempo ao lado dos personagens, compreendendo seus medos, suas culpas e suas escolhas. Sei que esse ritmo pode não agradar quem procura uma fantasia movida apenas pela ação, mas foi justamente essa sensibilidade que mais me envolveu durante toda a série. Quando cheguei às últimas páginas, percebi que a autora ainda tinha muito a contar. Algumas respostas finalmente aparecem. Outras continuam escondidas, alimentando aquela curiosidade que nos faz querer abrir imediatamente o próximo volume. E talvez seja esse o maior mérito de To Flame a Wild Flower. Ele não faz o leitor permanecer apenas por causa da história. Faz permanecer pelas pessoas que encontramos dentro dela. Quando terminei a leitura, compreendi que flores não atravessam o fogo porque são fortes. Elas atravessam porque não têm outra escolha. E, às vezes, é justamente nas maiores provações que descobrimos quem realmente somos. Mais do que uma fantasia sombria, encontrei uma história sobre coragem, perdas, amor e transformação. Sarah A. Parker continua construindo uma série que emociona menos pelos grandes acontecimentos e muito mais pela humanidade de seus personagens. E foi exatamente isso que permaneceu comigo depois da última página.

    2 curtidas

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 13
    • 5 estrelas23%
    • 4 estrelas46%
    • 3 estrelas15%
    • 2 estrelas8%
    • 1 estrelas8%
    Sarah A. Parker profile picture

    Sarah A. Parker

    Nascida na Nova Zelândia, Sarah hoje mora em Gold Coast, Austrália, com o marido e três filhos pequenos. Quando não está lendo nem escrevendo à vontade, passa o tempo com amigos, familiares e plantas, e viajando para ver a neve. Sarah escreve desde pequena, mas só começou a compartilhar as histórias com o mundo recentemente. É possível encontrá-la nas principais redes sociais para acompanhar futuros lançamentos.

    8 Livros
    108 Seguidores

    Sarah A. Parker