A Morte da Razão - UMA ANÁLISE DO PENSAMENTO MODERNO

    Francis Schaeffer

    Ultimato
    2023
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-13: 9788577791187
    Português Brasileiro

    A Morte da Razão se tornou um clássico moderno e apresenta as tendências no pensamento do século 20, antecipando comportamentos, valores e ideias da sociedade pós-moderna. Não faz muito tempo, a razão era a base para a busca da verdade. Não é mais. Buscamos “experiências”, “emoções” apenas – nas redes sociais, na música, no mundo das artes e também na igreja. Como o pensamento e a cultura moderna chegaram até aqui? E como comunicar o evangelho a essa sociedade? A Morte da Razão – Uma análise do pensamento moderno responde a estas e outras perguntas e aponta tanto o propósito como a esperança que encontramos na reflexão bíblica. * * * * Que o novo lançamento de A Morte da Razão – Uma análise do pensamento moderno desencadeie um movimento revolucionário para esta geração, assim como aconteceu com a minha. – J. P. Moreland

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    Hélio Cordeiro19/06/2023Resenhou um livro
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    A Morte da Razão

    "A Morte da Razão" juntamente com outros dois livros de Francis Schaeffer, "O Deus que intervém" e "O Deus que se revela" formam uma trilogia que resume o pensamento do autor. Neste "A Morte da Razão", escrito a mais de 50 anos, mas com uma mensagem muito atual, Schaeffer faz uma crítica ao pensamento moderno. Faz análise de algumas obras de arte e filmes. Sem se aprofundar muito, mas usando uma boa argumentação, Schaeffer faz algumas interpretações de autores, como, por exemplo, Tomás de Aquino, Hegel, Kierkegaard, Jean Paul Sartre, Nietzsche, Foucault, Heidegger e outros. Schaeffer mostra que correntes filosóficas, como o existencialismo, o niilismo e o relativismo contribuíram para a decadência da razão na cultura, nas artes, na literatura, na filosofia e em toda sociedade. Para quem já tem uma certa familiaridade com livros de filosofia e alguns autores, apesar de alguns capítulos serem um pouco densos, com forte teor filosófico, dá para se compreender claramente a linguagem usada por Schaeffer. Do contrário, se o leitor não estiver habituado com alguns conceitos e autores de filosofia, ficará um pouco perdido na leitura. Trecho: "Cada vez mais, nestes últimos anos, o termo "Jesus", despojado do conteúdo bíblico, tem-se tornado o inimigo do Jesus da história, o Jesus que morreu e ressuscitou e virá pela segunda vez, o eterno Filho de Deus. Sejamos, pois, cuidadosos. Se os cristãos evangélicos começarem a ceder à dicotomia, separando o encontro com Jesus do conteúdo das Escrituras (inclusive do discutível e do verificável), mesmo sem querer estaremos lançando tanto a nós mesmos como a geração vindoura no redemoinho do sistema moderno".

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