Sempre tive vontade de conhecer esse quadrinho. Circulou nos anos 90 como revista evangélica para crianças e hoje tem status de meme tosco e assustador. Conhecia de vídeos no YouTube, onde a barra é forçada com vozes cabulosas (aí já foi avacalhação do contra), contribuindo também para a fama pejorativa os desenhos de rostos de aparência psicótica, o contexto em realidades viscerais (o mundo do pecado e da ignorância) e a pegada legalista-moralista sem leveza do Dudão (o que o torna um chato de galocha). As histórias em si, apesar dos pesares, tem cunho didático revelador em temáticas importantes, como a que li (Eu vi na tv!), sobre garoto tentando reproduzir ídolos midiáticos e a duras penas aprendendo uma liçâo. Não achei ruim como dizem. Perto de outras da atualidade passam de largo no quesito inocência... Quero conferir mais destas edições.



