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    Matar! -

    Chrysanthème

    Janela Amarela
    2023
    130 páginas
    4h 20m
    ISBN-10: B0CF4FT4GW
    Português Brasileiro
    3.9
    11 avaliações
    Leram13Lendo0Querem7Relendo0Abandonos0Resenhas2
    Favoritos0Desejados7Avaliaram11

    Matar! é um romance epistolar escrito sob forma de diário, nele Margarida Hellis registra a história de sua vida de forma a elucidar para o leitor os motivos de sua postura e de suas decisões. A autora, Chrysanthème, aparece na história como a destinatária do diário. Margarida deixa a cargo da jornalista a decisão do que deve ser feito das informações que ela registrou. O livro aborda de forma muito direta temas sensíveis como suicídio, assédio moral e abuso sexual. Esta reedição do livro publicado em 1927 teve a ortografia atualizada e conta com notas explicativas, para termos e palavras fora de uso.

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    Resenhas (2)Ver mais
    Paola Zimmermann  picture
    Paola Zimmermann 01/01/2026Resenhou um livro
    3.5 (Bom)

    é livro pequeno e que terminei na virada do ano. foi um livro reflexivo e triste ao mesmo tempo mas foi uma leitura boa.

    1 curtida

    Estatísticas

    Avaliações

    3.9 / 11
    • 5 estrelas9%
    • 4 estrelas55%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas0%
    • 1 estrelas0%
    Chrysanthème profile picture

    Chrysanthème

    A escritora Chrysanthème (1870-1948), pseudônimo de Maria Cecília Bandeira de Melo Vasconcelos, é uma das preciosidades mais bem guardadas da literatura brasileira. Um dos nomes da escrita de mulheres no início do século XX, e pioneira das causas feministas, a autora publicou mais de vinte livros, e ao que se sabe nenhum deles foi reeditado. Em sua época, no entanto, Chrysantème foi uma figura pública, em especial por suas crônicas na imprensa. Seu pioneirismo na escrita de mulheres no Brasil foi precedido pela mãe, Emília Moncorvo Bandeira de Melo, que assumiu, em O Paiz, sob o pseudônimo de Carmen Dolores, a coluna de crônicas de Machado de Assis. O pseudônimo Chrysanthème, que às vezes se apresentava como Madame Chrysantème, veio do popular romance homônimo do francês Pierre Loti, que ironicamente descrevia o amor de uma submissa gueixa. Entre seus livros está A infante Carlota Joaquina (1937), no qual procura contestar o retrato tradicional da rainha luso-brasileira como uma megera. Casou-se aos 19 anos, teve um filho e enviuvou aos 38, em 1907, quando, inspirada pela mãe, deu impulso a sua carreira literária.

    7 Livros
    8 Seguidores

    Chrysanthème