Quem me Roubou de Mim? -

    Fábio De Melo

    Planeta
    2013
    216 páginas
    7h 12m
    ISBN-13: 9786555352542
    Português Brasileiro

    Em 'Quem me roubou de mim?' Padre Fábio de Melo aborda uma violência sutil que aflige muitas pessoas - o sequestro da subjetividade. Essa expressão refere-se à privação que sofremos de nós mesmos quando estabelecemos com alguém, nas palavras do próprio autor, 'um vínculo que mina nossa capacidade de ser quem somos, de pensar por nós mesmos, de exercer nossa autonomia, de tomar decisões e exercer nossa liberdade de escolha'. Uma vez sequestrados, perdemos a capacidade de sonhar, ficamos impossibilitados de viver as realizações para as quais fomos feitos e não temos com quem reclamar. Precisamos, portanto, estar sempre atentos para que isso não nos aconteça pois, como escreve padre Fábio - 'Nenhuma relação humana está privada de se transformar em roubo, perda de identidade, ainda que as pessoas nos pareçam bem-intencionadas. Um só descuido e as relações podem evoluir para essa violência silenciosa. Basta que as pessoas se percam de seus referenciais, [...] que confundam o amor com posse, que abram mão de suas identidades, e que se ausentem de si mesmas'.

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    Kassya30/10/2009Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    Minhas Impressões

    Durante a leitura desse livro em diversos momentos eu formei opinião sobre o que estava lendo, sobre momentos que identifiquei em mim, sobre momentos que apenas assistir. Compreendi diversos conceitos, lembrei de outros e descobri novos conceitos que podemos aplicar no dia a dia na vida; refleti, absorvi e vou tentar colocar em pratica. Algumas paginas antes do fim, chorei, porque vivenciei alguns ensinamentos, senti doer na alma minhas fragilidades, verdades camufladas. Mas agora nesse exato momento que eu termino o livro, não sei mais o que escrever. Me senti pequena diante de tantas perguntas profundas. Perguntas que nos fazem crescer e que nem sempre precisam se respondidas, porém, precisam ser feitas. Perguntas são pontes que nos favorecem a travessia. Sejam quais forem as respostas, não tenha medo delas. Mais vale uma verdade amarga que tenha o poder de nos fazer crescer do que uma mentira adocicada que nos mantenha acorrentados no cativeiro da ignorância. "Fiz de mim o que não soube E o que podia fazer de mim não o fiz. Conheceram-me logo por quem não era E não desmenti, e perdi-me. Quando quis tirar a máscara, Estava pregada à cara. Quando a tirei e me vi ao espelho, Já tinha envelhecido".

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