A matéria de capa é bacana por mostrar a dualidade de comportamento dos chimpanzés, tão similar à dos humanos, mas o que realmente eu gostei nessa revista foi a matéria Não ligue já, sobre os charlatões da época (1998), que em vez de atacarem por golpes de falsos anúncios de encher os olhos ou por estelionatos no Pix como atualmente, cometiam a modalidade de propaganda enganosa na TV de remédios milagrosos sem qualquer respaldo da ciência. E pasmem, enganaram muita gente. Quem foi criança em 1998/1999 lembra das propagandas: Remédio X faz seu cabelo crescer em pouco tempo! Y faz sua celulite sumir! Ou: cartilagem de tubarão, pode curar até infarto. A matéria mexeu num vespeiro polêmico, pois apresentadores de renome anunciavam esses remédios de cura duvidosa por fazer parte do contrato. Que coisa, não? Golpe não se cria, se copia e se transforma.
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