Gwendy's Final Task (Gwendy's Button Box #3) -

    Stephen King

    Hodder & Stoughton
    2022
    407 páginas
    13h 34m
    ISBN-13: 9781399702348

    When Gwendy Peterson was twelve, a mysterious stranger named Richard Farris gave her a mysterious box for safekeeping. It offered treats and vintage coins, but it was dangerous. Pushing any of its seven colored buttons promised death and destruction. Years later, the button box entered Gwendy’s life again. A successful novelist and a rising political star, she was once again forced to deal with the temptation that box represented. Now, evil forces seek to possess the button box and it is up to Senator Gwendy Peterson to keep it from them. At all costs. But where can you hide something from such powerful entities? In Gwendy’s Final Task, “horror giants” (Publishers Weekly) Stephen King and Richard Chizmar take us on a journey from Castle Rock to another famous cursed Maine city to the MF\\\-1 space station, where Gwendy must execute a secret mission to save the world. And, maybe, all worlds.

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    Marcos Leste Barreiro25/12/2025Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Universo King

    A história conclui a jornada de Gwendy Peterson, que conhecemos como uma menina de 12 anos em Castle Rock, no Maine. Agora, com mais de 60 anos, ela é uma senadora bem-sucedida, viúva e lidando com desafios pessoais de saúde. A misteriosa caixa de botões ( aquele artefato que concede pequenos favores, mas carrega um poder destrutivo imenso) retorna à sua vida mais perigosa do que nunca. Forças malignas a cobiçam, e Gwendy recebe uma missão final: protegê-la a qualquer custo, em uma trama que a leva dos corredores políticos de Washington a uma estação espacial em órbita. Sem entrar em spoilers, o enredo mistura elementos de suspense psicológico, ficção científica e o típico horror sutil de King, com toques de melancolia sobre envelhecimento, perda e responsabilidade. A narrativa ganha força com as conexões ao vasto universo de King (menções a lugares como Derry e até ecos da Torre Negra). Há também críticas sociais afiadas, especialmente ao cenário político americano, com referências à pandemia e a figuras controversas. O ritmo acelerado na segunda metade, as reflexões éticas sobre poder e tentação, e um desfecho emocional que mistura esperança com amargor.

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