Na primeira página deste livro, estamos no Congo em 1964. Encontramos um jovem belga em frente a um pelotão de fuzilamento. Ele se chama Patrick e é o futuro pai da escritora deste livro. A partir de uma situação extrema, Amélie Nothomb reconstrói a vida deste homem dando-lhe voz. Assim, é o próprio Patrick que narra suas aventuras em primeira pessoa. Vencedor do Prêmio Renaudot, Primeiro sangue é uma homenagem delicada - e, por vezes, tragicômica - de uma filha a seu pai.




