A Cidade de Bronze é o primeiro volume da Trilogia de Daevabad e conta a história de Nahri, uma golpista que usa seus talentos para ler mãos e roubar dos nobres Otomanos para poder sobreviver nas ruas do Cairo. Durante um de seus esquemas, Nahri invoca um poderoso guerreiro Djinn e acaba tendo que lidar com um mundo mágico que ela não acreditava que existisse.
O enredo traz muita magia, tramas políticas, disputa pelo poder, reviravoltas, e os conflitos e as disputas entre as tribos são profundamente complexos. É uma fantasia épica inspirada na mitologia persa. É um livro incrivelmente rico com belas configurações do Oriente Médio trazendo referências culturais e religiosas de diversos povos.
A história aborda assuntos como religião e fé, violência e tirania, intolerância e preconceito, escravidão e relíquias sagradas, com boas doses de ação, diálogos inteligentes e personagens extremamente cativantes e bem desenvolvidos.
Fui sugada pela história e pela imensidão de detalhes e viajei em um mundo com tapetes voadores repleto de Djinn, Daeva, Peri, Ifrit e Marid. Para os amantes de fantasia é uma excelente leitura.
"E eles controlarão os ventos e serão os senhores dos desertos. E qualquer viajante que se perca em sua terra estará condenado."
"Pelo olho de Suleiman! ? rugiu a voz. ? Vou matar quem me chamou aqui!"
"Prefiro pensar em mim como uma mercadora de tarefas delicadas."
"Solte-se; precisa estar relaxada. Está atirando uma faca, não espancando alguém com uma vareta."
"Se quer me acusar de algo, pelo menos tenha a coragem de dizer em uma língua que eu possa entender, seu fedelho mestiço de tribos!"
"Dizia-se que o mero sangue dos Nahid era venenoso para os ifrit, mais fatal do que qualquer lâmina."
"E assassinar um dos súditos do rei em nosso primeiro dia em Daevabad nos ajudaria de que jeito?"
"Então a hospitalidade geziri não envolve esfaquear os convidados, mas permite ameaças e insultos? ? perguntou ela, com uma meiguice debochada. ? Que fascinante."
"Dizem que quando um homem e uma mulher estão sozinhos em um quarto fechado, a terceira companhia deles é o diabo."