O Homem da multidão é um conto do escritor americano Edgar Allan Poe, publicado em 1840.
Este conto reflete nossa realidade, tantas pessoas circulando pelas ruas, formando multidões pessoas sozinhos e solitários. Cada uma carrega dentro de si seus medos, problemas, dores.
Um narrador anônimo recuperado de uma doença não identificada, está em um café de Londres, senta-se próximo a janela e fica surpreso com a multidão que circulava na rua. Observa a movimentação das pessoas, examina e tenta descobrir através de sua fisionomia qual seria seus sentimentos no momento. No final da tarde, um senhor de quase setenta anos, baixo, magro e aparentemente fraco chamou sua atenção, o narrador resolve segui-lo, muito discreto não foi visto pelo homem, entrava e saía de ruas, entrava em lojas, mas não comprava nada. Em determinado momento o homem corria e andava tão rápido que parecia um jovem. Foi parar na região mais pobre de Londres. Estava muito cansado de andar a noite toda atrás do velho e resolve parar. O narrador fica defrente pra ele, mas o homem não o enxerga. O narrador vai embora.