Loom burns. Nova bleeds. The war for the fate of both rages. A new rebellion has risen from the still-smoldering remnants of the Five Guilds of Loom to stand against Dragon tyranny. Meanwhile, on Nova, those same Dragons fight amongst themselves, as age-old power struggles shift the political landscape in fateful and unexpected ways. Unlikely leaders vie for the opportunity to shape a new world order from the creations of one temperamental and lethal engineer. The fates of the beloved characters of the Loom Saga are revealed in this epic and explosive conclusion to a dark fantasy certain to delight readers looking for sweeping adventure, heart-pounding action, and a world that will live on long after the last page.
The Rebels of Gold (Loom Saga #3) -
Elise Kova
Edições (2)
Ver maisOriginalmente postada em https://www.balaiodebabados.com.br/
Ao final de The Dragons of Nova me foi prometida uma revolução, mas isso foi mais na teoria que na prática em si. The Rebels of Gold é dividido em duas partes, sendo que a primeira foi bem parada. Na segunda a história começa a pegar no tranco, com um pouco mais de ação, mas ainda assim ficou a desejar. Aqui temos as narrações em terceira pessoa focadas em quatro personagens. Boa parte dela foi focada em Florence e seu papel na dita revolução em Loom. Por mais que seja falado que ela era a cara da revolução e a pessoa que estava à frente de tudo, mas achei que sua participação bem fraca. Por muitas vezes ela era bem passiva e se deixava ficar de lado em decisões importantes e que praticamente tinham sido ideias dela. Arianna foi também uma personagem que ficou meio apagada em toda essa situação. Senti que ela perdeu um pouco do seu apelo, ficando também de escanteio. Creio que isso se deve muito ao fato das narrações focadas em Loom e em Florence. Na segunda parte em diante, quando ela se reencontra com Cvareh, sua personalidade reaparece. O único que continuou o mesmo e até teve um bom desenvolvimento foi Cvareh. Desde o início da trilogia, ele se mostrava um tanto retraído em certas situações, mas no seu caso combina com sua personalidade leal e calculista, sempre focado em ações futuras. Aqui ele tem que se prestar um papel que nunca pensou que atuaria e consegue tirar de letra. Uma personagem que me deu sentimentos controversos foi Coletta. A parceira do Rei Dragão é uma mulher calculista e bastante inteligente. E por isso não consegui entender por que raios ela fazia de tudo para aquele asno do Rei Dragão continuar no trono, sendo que ela era bem mais adequada ao poder e realmente era quem mandava na bagaça toda! Enfim... O que fez o ritmo da história ficar maçante em certas partes foi a eterna viagem que esse povo fazia. No sério... Florence coitada, só vivia se movimentando de um território a outro, sem necessidade no meu ver. Dá pra perceber uma baita evolução na personagem, se comparado quando a conhecemos em The Alchemists of Loom, porém achei que ela poderia ter sido melhor trabalhado. Quanto ao romance, bem... esse realmente ficou bem esquecido no churrasco até um pouco depois da Parte 2. Particularmente não gostei muito de como o Cvareh era muito submisso à Arianna. Não que ela o obrigasse, mas também não facilitava para o cara. Já da parte de Florence, bem... é revelado que a jovem sentia algo a mais por Arianna e no meu ver isso também ficou bem mal desenvolvido. Entretanto, uma outra personagem se mostra digna do coração e afeto da moça e ela descobre isso a tempo. Concluindo, The Rebels of Gold marca o fim de uma trilogia que tinha tudo para dar certo, porém a ideia não foi muito bem executada. Não descarto conferir as outras séries da autora, mas também não pretendo fazer isso em um futuro próximo.
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