The remarkable, acclaimed series of interconnected detective novels City of Glass, Ghosts, and The Locked Room, from New York Times bestselling author Paul Auster "Exhilarating . . . a brilliant investigation of the storyteller's art guided by a writer-detective who's never satisfied with just the facts."--The Philadelphia Inquirer City of Glass: As a result of a strange phone call in the middle of the night, Quinn, a writer of detective stories, becomes enmeshed in a case more puzzling than any he might have written. Ghosts: Blue, a student of Brown, has been hired by White to spy on Black. From a window of a rented room on Orange Street, Blue keeps watch on his subject, who is across the street, staring out of his own window. The Locked Room: Fanshawe has disappeared, leaving behind his wife and baby and a cache of extraordinary novels, plays, and poems. What happened to him and why is the narrator, Fanshawe's boyhood friend, lured obsessively into his life? Moving at the breathless pace of a thriller, this is a uniquely stylized trilogy of detective novels that The Washington Post Book World has classified as "post-existential private eye. . . . It's as if Kafka has gotten hooked on the gumshoe game and penned his own ever-spiraling version."
The New York Trilogy - City of Glass, Ghosts, The Locked Room
Paul Auster
Edições (2)
Ver maisThe New York Trilogy [1985-1986] Paul Auster (EUA, 1947-) Penguin, 2006, 308 p. Quinn é um autor de romances de mistério que escreve seus livros sob o pseudônimo William Wilson, personagem de outro escritor estadunidense famoso por seus contos de mistério e horror, Edgar Allan Poe. Certo dia, Quinn recebe um telefonema de alguém que busca contratar os serviços de um certo Paul Auster, escritor também personagem deste romance e homônimo do autor, mas que, para a pessoa do outro lado da linha, seria um detetive particular. Quinn decide se passar por Auster e um labirinto de espelhos (e delicioso jogo metalinguístico) tem início a partir desse engano telefônico. O resumo acima é apenas o começo de City of Glass, primeira das três novelas que compõem The New York Trilogy as demais intituladas Ghosts e The Locked Room. Ghosts, diga-se de passagem, é uma pequena obra-prima no campo das narrativas noir (e é uma pena que as outras duas pontas não mantenham o mesmo nível de elaboração, ainda que sejam boas). Nela, um investigador chamado Blue é contratado por alguém de nome White para observar cada movimento e produzir relatórios semanais sobre Black, indivíduo misterioso que passa seus dias em uma rotina monótona de leitura e escrita instalado num apartamento do outro lado da rua, simetricamente oposto ao lugar onde se esconde Blue e de onde este observa Black. Com o passar dos meses, no entanto, Blue começa a suspeitar de que também está sendo monitorado... Ainda que possam ser lidas como novelas independentes (cada uma tem começo-meio-e-fim e apenas pontualmente se autorrefenciam), juntas as narrativas têm muito a entregar aos leitores que apreciam uma prosa na qual tudo se torna essência; o centro do livro se desloca a cada acontecimento que impele a história para a frente. O centro, portanto, está em toda parte e nenhuma circunferência pode ser traçada antes que o livro chegue ao fim. Divertido e inteligente, The New York Trilogy parodia o gênero policial/de mistério e entrega casos enérgicos e envolventes, mesmo (ou sobretudo) quando suas personagens não parecem fazer muito mais além de esperar, ler, escrever e imaginar ficções.
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