O livro negro da nova esquerda - Ideologia de gênero, ou: subversão cultural

    Nicolás Márquez, Agustín Laje

    Vide Editorial
    2024
    296 páginas
    9h 52m
    ISBN-13: 9788595072442
    Português Brasileiro

    Desde que foi lançado em 2016, O livro negro da nova esquerda já vendeu mais de 50 mil cópias na América Latina, e no Brasil, desde que recebeu sua primeira edição em 2018, alcançou igual fama e logo passou a figurar entre os livros mais buscados no segmento de ciência política, posto que sustentou durante anos. Agora, em sua segunda edição, a impressionante pesquisa de Nicolás Márquez e Agustín Laje sobre as falsas premissas e inconsistências metodológicas por trás do que conhecemos como “nova esquerda” ganha nova tradução, nova capa e novo fôlego editorial. Os velhos princípios socialistas de luta de classes, materialismo dialético, revolução proletária e violência guerrilheira foram substituídos por uma inusitada salada intelectual promotora do “indigenismo”, do “ecologismo”, dos “direitos humanos”, do “garantismo penal” da “ideologia de gênero”, do “abortismo”, do “homossexualismo ideológico” e do “feminismo radical”. Tudo isso como forma de rebelião contra o Ocidente e a “revisão heterocapitalista”. Toda essa mistura vanguardista se abriga sob pretextos da mais nobre aparência, tais como o igualitarismo, a inclusão, a diversidade e o direito das minorias. Mas esse discurso não passa de maquiagem. O que a nova esquerda de fato fez foi cooptar uma miríade de grupos marginalizados ou insatisfeitos para costurar uma gigantesca aliança de ódio e ressentimento contra os pilares da nossa civilização.

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    Marcus Vinícius picture
    Marcus Vinícius14/12/2021Resenhou um livro
    4 (Muito bom)

    As duas grandes faces da esquerda atual

    Bem dividido em duas partes, o livro trata na primeira do movimento feminista, desde sua origem com Mary Woostonecraft, no século XVIII, até as atuais com ajuda do show business. Subvertendo o movimento a tal ponto que se tornou anti-religioso, apologético de drogas e de condutas ilícitas. Chegar ser bem pesado os relatos do autor desta parte. Na segunda a subversão promovida pelos movimentos de ideologia de gênero. Captados pela esquerda para a sua pauta cultural de hoje, mesmo tendo sido há algumas década os maiores perseguidores de homossexuais: Mao, Stalin, Pol Pot, Ho Chi Min e a dupla Fidel e Guevara que mataram e torturaram milhares e homossexuais. Livro muito bom e com mais de 600 referências bibliográficas.

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