Inocência Mortal (Série Mortal #24) -

    J. D. Robb

    Chá das Cinco
    2020
    352 páginas
    11h 44m
    ISBN-13: 9789897104411
    Português

    Há segredos chocantes que não podem permanecer nas sombras… Durante uma pausa para o almoço, um professor bebe um chocolate quente desconhecendo que acaba de se condenar a uma morte agonizante. A comunidade escolar fica chocada e as raparigas que encontram o corpo ficarão traumatizadas para toda a vida. Para a tenente Eve Dallas, homicídio e mentira andam de mãos dadas, e a sua tarefa é investigar os suspeitos e descobrir a razão de alguém matar um homem que parecia tão inofensivo… tão inocente. Já Magdelana Percell é uma pessoa que Eve consegue imaginar como vítima de homicídio. Possivelmente às mãos de Eve. A elegante loira — e antiga paixão de Roarke — apareceu em Nova Iorque determinada a recuperar o tempo perdido. Consumida pelo ciúme e pela indiferença de Roarke, Eve tem dificuldades em concentrar‑se no caso, mas terá de pôr de lado a sua vida pessoal quando é encontrada uma segunda vítima e as atenções se voltam para a escola de elite que está na origem dos crimes.

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    Tícia 26/01/2016Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Meu Deus, que livro perfeito. Sabe quando você espera um habitual Channing Tatum, mas vem um Giulio Berruti em toda sua glória? Sim, puta que o pariu. Putaquiupariu!!! Nem eu esperava que Inocência Mortal se tornaria meu favorito dentre os favoritos da minha série favorita. Eu amei tudo nessa história. TUDO. E você tem ideia do quanto isso é significativo, já que sou dada a chiliques com os livros que caem nas minhas birrentas mãos? Mas o que Inocência Mortal tem pra ser esse brigadeiro polpudo? Tudim. Começando pelo excelente suspense policial, passando pelo fodástico conflito entre Eve e Roarke até chegar na minha vontade de dar uma sova no Roarke pra deixar de ser sonso. Pois é. Esse homem perfeito foi tapado. E o pior é que nem posso comentar sobre sua tapadice porque vou abrir o falador e soltar 3 quilos de spoiler. Mas posso adiantar que envolve uma ex do caralho que merece o lugar no inferno onde as vadias habitam, tendo os peitos e bundas siliconados espetados pelo tridente do capeta. E, diante de uma ex toda linda, culta, uma parte relevante na vida do Roarke, imagina como Eve se sentiu? Fora a situação que aconteceu no restaurante, logo no início da putaria toda. De boa? Embora Eve tenha dado das suas, achei ela muito comedida. Se fosse comigo, eu enrolaria o pescoço dele com o próprio saco e o sufocaria até o bixim desmaiar. Matar, não, porque o pinto dele é necessário, afinal, trata-se do Roarke. E, não poderia deixar de dizer que, embora tenha sido um mistério instigante e muito bem desenvolvido, adivinhei o assassino logo de cara. E, sobre isso, só posso dizer que desejo a esse filho da puta uma viagem rápida para o inferno, onde será carcomido, socado, pisoteado, estapeado eternamente, ao som de Wesley Safadão. Bem, é isso. Não posso falar mais se não minha boca grande solta coisa que não deve. Mas posso adiantar que, com certeza, Inocência Mortal já está entre os melhores de 2016. Com louvor. Recomendo? Com um sorrisinho besta na cara. ;)

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