A sátira que encontramos em "A guerra do Brasil" e uma amostra do.jmpeto da arte dos procedimentos, guardado há tempos, na linha da arte. Perpassa a narrativa pungente um fenômeno unico: um riso de tal modo indefinido que, às vezes, sequer lágrimas. A guerra coloca-se nas dimensões da alegoria, servida por vasto conhecimentos da economia, da política e da estratégia de guerra.
