Mediunismo (Ramatís #8) - Ramatís

    Hercílio Maes, Ramatís

    Instituto Hercílio Maes
    2020
    272 páginas
    9h 4m
    ISBN-10: B08GFP74KK
    Português Brasileiro

    O mediunismo, tão antigo quanto a humanidade, em seus múltiplos aspectos e sutilezas, é abordado por Ramatís nesta obra com toda a riqueza e profundidade de um Mestre de Sabedoria. Todo o amplo espectro dos fenômenos mediúnicos – dos efeitos físicos à mais sutil intuição telepática, passando por temas nunca ou raramente tratados da complexa fenomenologia da mediunidade – são elucidados com a peculiar objetividade de Ramatís. Longe de trilhas, a senda das instruções já conhecidas sobre o tema, ele desbrava exatamente os territórios inusitados e controversos, dúbios ou intrigantes, dessa matéria que fascina o ser humano desde os primórdios de sua existência planetária. Há décadas, Mediunismo, em sucessivas edições, já se tornou um clássico da matéria, insubstituível para tantos quantos buscam a compreensão mais profunda do fenômeno mediúnico.

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    Juliana Morgensten de Souza17/11/2020Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Bom! O livro aborda a mediunidade e todos os seus aspectos. Simples assim. Ou seja: É muito recomendado para quem é médium de qualquer segmento religioso / filosófico ou para quem acha ser, porém, ainda não tem tanta certeza. Mediunismo possui 36 capítulos e inicia com os autores dando alguns pareceres gerais para depois entrar no assunto propriamente dito. Isso começa no 5º capítulo fazendo algumas considerações sobre O Livros dos Médiuns. A partir de então, a dupla vai caminhando pela mediunidade e o consolador prometido, se todas as pessoas são médiuns, a prova da obsessão, os trabalhadores ativos no serviço mediúnico, as diferenças dos médiuns de mesa no Espiritismo e de terreiro na Umbanda e Candomblé e a mediunidade natural e de prova, Depois aborda as dificuldades nas comunicações mediúnicas, a extensão e profundidade dos relatos, os diversos tipos de mediunidade como o intuitivo, sonâmbulo, mecânico, incorporação e vidência. Também fala sobre tiptologia, animismo, mistificações, a importância do bom humor, sobre tesouros enterrados, castidade por parte dos médiuns, a função dos guias e as obrigações dos médiuns, as influências obsessivas nos médiuns e suas consequências e considerações sobre o desenvolvimento mediúnico. Em todos os momentos existe o paralelo entre as mediunidade de todos os setores, digamos assim. Um exemplo citado no livro: Uma comunicação de um espírito. E o autor vai descrevendo o jeito manifestado em um médium de mesa e que estuda os dons mediúnicos, um poeta e um narratista. O mesmo acontece com as comunicações na mesa no Espiritismo e no terreiro de Umbanda e Candomblé e daqueles que tem somente intuições cotidianas dos médiuns de prova. Maes e Ramatís também falam das diferenças entre os trabalhadores e das próprias religiões / filosofias e apontam o auto teor teórico do Espiritismo e o quanto isso auxilia na hora das comunicações. O texto é de fácil entendimento e a leitura é fluída, porém, o ritmo vai da sua intenção com a leitura. Além disso, não é para todo mundo, pois um leigo vai ficar meio que boiando. É um ótimo livro de estudo para quem gosta de se aprofundar nos dons mediúnicos, independente de religião. Confesso que adorei a linguagem da dupla e todos os aspectos do livro. Com certeza vocês vão ver mais Ramatís por aqui.

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