Esta é a história de duas irmãs e princesas de Idris. A princesa caçula, Siri, desfruta de certa liberdade, uma vez que não foi criada para atender às demandas da realeza. Vivenna, porém, é educada e treinada para se casar com o Rei-Deus de Hallandren e salvar seu povo. Quando a possibilidade de uma guerra com Hallandren se aproxima, Dedelin, o Rei de Idris, não tem outra escolha a não ser enviar a filha para poupar seu povo, pelo menos por enquanto. Mas o tratado não diz qual filha ele deve mandar. Em um mundo onde os que morrem em glória retornam como deuses para viver como exemplo, cercados por luxo e regras, uma magia chamada Respiração BioCromática é a base de um poder centrado em cores e pode manipular tudo ao redor. Aqui, não só as princesas podem ser a chave da guerra ou da paz, mas também os poderosos reis e deuses, os que desejam poder e os que querem se livrar dele, os bons e os maus e, principalmente, o misterioso Vasher, o Warbreaker.
Warbreaker [ebook] - O sopro dos deuses
Brandon Sanderson
Warbreaker
Siri é a filha mais nova da realeza de Idris e, sinceramente, ela nunca achou que teria que fazer algo importante na vida. Afinal, essa parte estava reservada pra sua irmã mais velha, Vivenna, que foi criada a vida toda pra ser entregue como esposa ao Deus Rei de Hallandren – tudo pra evitar uma guerra entre os dois reinos. Mas, surpresa! O pai das duas resolve mudar os planos de última hora e manda Siri no lugar. E é aí que a coisa começa a desandar de vez. Depois da decisão do pai, Siri se vê jogada num casamento real — com ninguém menos que o temido Deus Rei — sem ter a menor ideia de como lidar com isso. Ela não foi criada pra isso, não tem a mínima preparação… mas tem teimosia e curiosidade de sobra, o que já é um bom começo. Ao invés de só aceitar seu destino, ela começa a investigar o que, de fato, está por trás desse acordo todo. Enquanto isso, Vivenna, que sempre foi a certinha, a responsável, fica abalada com tudo. Ver a irmã sendo mandada pro que ela acredita ser um sacrifício desperta nela uma vontade de agir. Então ela larga tudo e parte pra Hallandren com uma missão bem clara na cabeça: resgatar Siri do “monstro” com quem foi forçada a se casar. Só que, como você pode imaginar, as coisas nunca saem exatamente como planejado… A história se passa entre duas nações que não podiam ser mais diferentes. Idris, o país de Siri, é todo sério, conservador e acredita que a humildade é a chave pra uma vida plena. Só que isso também faz com que muita gente por lá vire um tanto quanto julgadora e intolerante com o que foge do padrão. Já Hallandren é puro contraste: cheio de cores, extravagância e com deuses bem mais “presentes” na vida das pessoas. Eles podem parecer meio preguiçosos e exagerados, mas têm uma conexão bem mais direta com a fé e os seres divinos. A grande pergunta é: será que esses dois mundos tão diferentes conseguem aprender um com o outro e encontrar um meio-termo? Ou tudo vai acabar em guerra mesmo? Essa história mistura política, religião, cultura e um toque de magia de um jeito que faz a gente querer devorar o livro. E o melhor: com personagens que evoluem muito ao longo da trama. Vale super a pena acompanhar! E vamos falar desses personagens, porque sério… que elenco maravilhoso! Susebron, olha… no começo eu achei ele meio chatão, viu? Todo misterioso, calado demais, comecei até a chamar ele de tapado de tanta raiva que me deu. Mas assim que descobri o porquê de tudo aquilo, me senti super culpada! No fim das contas, ele é um bebezão fofo e eu não conseguia parar de rir com as “falas” dele…sério, ele me ganhou completamente kkkkk. E o Lightsong?? Gente, esse cara é impossível de não amar. Desde a primeira vez que ele aparece eu já fiquei “ok, esse é meu favorito”. Ele é meio doidinho, super curioso, e também faz as coisas por pura impulsividade. O papel dele nesse livro foi gigante!!! Vivenna me irritou um pouco porque eu esperava que ela fosse agir com mais determinação e isso demorou muito de acontecer, mas depois ela tem uma baita evolução, Vasher e mercenários O QUE DIZER?? Não vou comentar sobre eles pq foi um dos maiores plots para mim!! No geral, Warbreaker foi uma leitura que me prendeu do início ao fim. Tem uma construção de mundo incrível, personagens marcantes e várias reviravoltas que me deixaram de queixo caído. A única coisa que me deixou meio “ué?” foi o final — achei um pouco corrido demais, como se tudo se resolvesse rápido demais nos últimos capítulos. Mas, pelo menos, dá aquela sensação de que pode vir uma continuação… e olha, se vier, eu com certeza vou ler!!! *GENTE, O CHEIRO DESSE LIVRO É MUITO BOM, PASSEI MAIS TEMPO CHEIRANDO ELE DO QUE LENDO *
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