"Ainda me espantam os medos de um dia cinza". Poder-se-ia sublinhar no verso de Dia claro (deste Alma Leve) o amálgama de José Sebastião Pinheiro e da potência do seu afeto para proporcionar novas cores ao presente, aliviando-nos das dores do árduo dia-a-dia, desviando-nos de nossas próprias dores com suas observações poéticas, estabelecidas como pontes necessárias, tornando-nos, por tal, epigonos de suas reflexões, que fundem-se na realidade de cada um de nós." - Luiz Armando Costa

