New York Times Bestseller: A young girl’s visions offer the last hope in a postapocalyptic wasteland in this “grand and disturbing adventure” (Dean Koontz). Swan is a nine-year-old Idaho girl following her struggling mother from one trailer park to the next when she receives visions of doom—something far wider than the narrow scope of her own beleaguered life. In a blinding flash, nuclear bombs annihilate civilization, leaving only a few buried survivors to crawl onto a scorched landscape that was once America. In Manhattan, a homeless woman stumbles from the sewers, guided by the prophecies of a mysterious amulet, and pursued by something wicked; on Idaho’s Blue Dome Mountain, an orphaned boy falls under the influence of depraved survivalists and discovers the value of a killer instinct; and amid the devastating dust storms on the Great Plains of Nebraska, Swan forms a heart-and-soul bond with an unlikely new companion. Soon they will cross paths. But only Swan knows that they must endure more than just a trek across an irradiated country of mutated animals, starvation, madmen, and wasteland warriors. Swan’s visions tell of a coming malevolent force. It’s a shape-shifting embodiment of the apocalypse, and of all that is evil and despairing. And it’s hell-bent on destroying the last hope of goodness and purity in the world. Swan is that hope. Now, she must fight not only for her own survival, but for that of all mankind. A winner of the Bram Stoker Award and a finalist for the World Fantasy Award, Swan Song has become a modern classic, called “a chilling vision that keeps you turning pages to the shocking end” by John Saul and “a long, satisfying look at hell and salvation” by Publishers Weekly.
Swan Song -
Robert McCammon
Canto do Cisne
Um dos livros mais lidos e amados nos Estados Unidos, Swan Song é um épico pós-apocalíptico que combina horror, fantasia e drama. Também conhecido como o "irmão gêmeo" de A Dança da Morte, de Stephen King, devido às suas premissas semelhantes—um mundo destruído e a luta entre forças opostas no fim dos tempos—, a obra se destaca por sua abordagem única. Enquanto King constrói a narrativa de A Dança da Morte em torno de uma pandemia, Swan Song se passa em um cenário pós-guerra nuclear. Agora que finalmente li os dois, posso afirmar que Swan Song consegue ser bem superior. A história começa com uma guerra nuclear que devasta os Estados Unidos, deixando poucos sobreviventes para enfrentar um mundo brutal e deformado pela radiação. Esse é um dos grandes pontos fortes do livro: o mundo é descrito de forma extremamente vívida, fazendo com que o leitor sinta na pele as consequências de uma guerra nuclear a longo prazo. A narrativa mostra, com detalhes perturbadores, como a Terra e seus habitantes se transformam—e muitas vezes se deformam—com o tempo, vivendo sob os efeitos da radiação. Mutações, escassez de recursos e os devastadores impactos psicológicos tornam-se elementos centrais na jornada dos personagens. No entanto, a maior força do livro está em seus personagens. Extremamente bem desenvolvidos, eles representam diferentes aspectos da natureza humana em um mundo devastado. A eterna luta entre o bem e o mal está enraizada neles: enquanto alguns personificam esperança, resiliência e bondade, outros simbolizam degradação, crueldade e o poder destrutivo do ser humano. Um dos antagonistas, aliás, lembra bastante Randall Flagg, o vilão de A Dança da Morte. Ambos são figuras demoníacas que operam nos bastidores para garantir a destruição total da humanidade. Entre os dois, fico com o de Swan Song: uma criatura muito mais aterrorizante, capaz de mudar de rosto a qualquer momento e que representa perfeitamente a maldade que um ser demoníaco poderia ter. Se A Dança da Morte de Stephen King muitas vezes cansa o leitor com um meio arrastado e um final decepcionante, Swan Song entrega uma narrativa coesa ao longo de mais de 900 páginas, que em nenhum momento parecem excessivas ou maçantes. O desfecho, aliás, é excelente e extremamente satisfatório. Encabeçando diversas listas de melhores livros pós-apocalípticos, Swan Song rivaliza com os maiores clássicos de Stephen King. De forma inexplicável, porém, até hoje nenhuma editora brasileira o traduziu e publicou—um verdadeiro desperdício, considerando que esta é uma das maiores obras do gênero.
Estatísticas
Avaliações
4.2 / 19- 5 estrelas32%
- 4 estrelas47%
- 3 estrelas21%
- 2 estrelas0%
- 1 estrelas0%






