É sempre um prazer e exercício crítico legal a conferida de adaptação em quadrinhos, especialmente no pós leitura da obra integral, expandindo as percepções, literalmente, em formas e cores. Não abro mão quando tenho oportunidade, como nessa, em que encarei edição em espanhol. Dá para entender mais ou menos, o suficiente para se conectar de novo com a história. Lembrou detalhes que havia esquecido em Robur, como a ostentação de terror mundo afora do Albatroz; a confusão de avistamento alienígena diante do desconhecido; e o episódio de caça da baleia pela máquina voadora (percebo agora que faz sentido apenas no contexto, em que as luminárias usavam óleo do cetáceo e Verne provavelmente desejou valorizar a importância da máquina).
Curti. Ainda que com arte tosca, a história pareceu até mais empolgante, o que não teve a mesma caracterização quando li o livro.
Ainda fico encafifado com uma... Como é que num capítulo a nave foi destruída, com menção de destroços, e no seguinte reaparece toda imponente tocando o terror em aerostatos (balão) desprezados por Robur...
Edição em espanhol de 1974. Sabe de nada, inocente, acabei de achar outra adaptação das antigas, mas agora em inglês e vou encarar também, mesmo não sabendo bulufas! Veeeeeeenha!