<b>Porque um vício nunca vem só, chega-nos mais um título de Afonso Cruz para saciar a curiosidade de todos os que não podem viver sem a literatura.</b> Sócrates não deixou escrita uma linha que fosse para a posteridade, Charles Darwin não suportava a poesia, Henry David Thoreau acreditava que a leitura de um livro marcava o início de uma era para cada leitor, Fernando Namora dizia que não escrevia para agradar a ninguém e Julian Green fazia-o para não sufocar. Tudo isto e muito mais ficamos a conhecer neste segundo volume de <i>O vício dos livros</i>, onde Afonso Cruz – ciente de que os vícios são difíceis de matar, mas que ao contrário de outros este tem tanto de prazer quanto de benefício – alimenta o leitor com um sem-número de curiosidades literárias, reflexões e memórias, provando que é possível, sim, compreender a vida através da literatura. «Afonso Cruz alcançará um lugar muito destacado nas letras portuguesas.» — <i>El País</i>


