"Você acha que sua vida é um caos? Tente ser eu." Aleph não é herói. Nunca foi. Ele é o tipo de ser interdimensional que você só percebe que passou… depois que o tecido da realidade já está se desfazendo em três. Armado com uma katana afiada, uma gravata borboleta de gosto duvidoso e um senso de responsabilidade que beira o negativo, Aleph atravessa dimensões como quem troca de canal: causando problemas, fugindo de consequências e tropeçando (literalmente) em eventos cósmicos que ameaçam o multiverso inteiro. Mas tudo muda quando um bebê atravessa o seu caminho. Um bebê misterioso. Que enxerga o invisível. E que carrega, sabe-se lá como, um passado (ou futuro?) capaz de reescrever as leis da existência. Agora, Aleph vai ter que lidar com algo muito mais perigoso do que monstros, portais instáveis ou deuses mitológicos de mal humor: 👉 responsabilidade emocional. Com uma narrativa debochada, ritmo cinematográfico e referências de cultura pop, mitologia e metafísica, Aleph – O Guerreiro Oculto é uma fantasia cômica, caótica e surpreendentemente tocante — perfeita para quem já cansou de heróis perfeitos. Ou melhor... para quem nunca acreditou neles. “É como se O Guia do Mochileiro das Galáxias encontrasse Doctor Who, numa aventura em que um ser interdimensional apático e estiloso — no naipe Deadpool — responsável, acidentalmente, por todos os apocalipses que você já leu, é forçado a se tornar a babá de uma criança cósmica capaz de destruir o universo. Tudo isso num clima de mitologia jovem ao estilo Rick Riordan.”


