"Edilberto Coutinho consegue trabalhar muito à vontade através da fusão dos discursos (direto e indireto) e dos monólogos interiores. E tudo, natural, muito espontâneo, acaba mesmo resultando de uma simplicidade incrível, clareza e limpeza, o que é raro em nossa literatura hoje, pois se anda cuidando muito de cultivar a sensibilidade estética (suposta) e pouco do artesanato (concreto) ou daquela cada vez mais necessária seleção vocabular, obrigação primeira do ficcionista." Ivan Cavalcanti Proença.
O jogo terminado -
Edilberto Coutinho
José Olympio
1983
121 páginas
4h 2m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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