Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores100
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Tell-All -

    Chuck Palahniuk

    Doubleday
    2010
    179 páginas
    5h 58m
    ISBN-13: 9780385526357
    3.6
    16 avaliações
    Leram33Lendo4Querem60Relendo0Abandonos3Resenhas1
    Favoritos0Desejados60Avaliaram16

    The novel, a homage to old Hollywood, is narrated by Hazie Coogan, a life-long employee and caretaker of aging actress Katherine Kenton. When a gentleman caller by the name of Webster Carlton Westward III manages to weasel his way into Miss Kathie’s heart (and boudoir), Hazie is put on high alert. Upon discovering that Westward has already written a celebrity tell-all memoir foretelling Miss Kathie’s death in a forthcoming Lillian Hellman–penned musical extravaganza, Hazie worries that Westward's intentions may be less then honorable, and may even be deadly.

    Resenhas (1)Ver mais
    Maria Clara Bruno picture
    Maria Clara Bruno16/02/2014Resenhou um livro
    3 (Bom)

    Tell-All é um livro um tanto quanto diferente do que eu costumo ler vindo da mente de Chuck. Não que isso o torne ruim, pelo contrário, ele o torna diferente e o diferente é agradável. O diferente nos faz pensar fora da nossa zona de conforto e nos permite observar tudo como de fato é; e não como imaginamos ou gostaríamos que fosse. Neste livro o autor segue algo diferente do que ele costuma seguir, ele fez um livro divertido (do ponto de vista “ácido”) em que nossa protagonista é uma grande estrela de Hollywood em constante decadência, a adorável e bela Miss Kathie, sendo salva sempre por sua governanta-empregada-maquiadora-cabeleireira, que também não é nenhuma das profissões anteriores. Ela, Hazie Coogan, nutre uma espécie de adoração doentia onde eu fui capaz de confundir, diversas vezes, por paixão. Porém, é apenas o autor nos apresentando um dos pontos que ele decidiu criticar da nossa sociedade: a adoração que muitos de nós nutrimos por celebridades, e o fato de que chegamos a colocá-las em pedestais desnecessários onde a tornamos espécies de Deuses e Deusas. O livro é narrado por Hazie em forma de flashbacks e voice-overs como atos e cenas de uma peça de teatro ou de um filme, para ambientar melhor o clima hollywoodiano que o autor nos quis passar. Seria um tanto quanto cansativo se não fosse pela reviravolta proposta na metade do livro, com mais um dos novos maridos de Kathie, Webster Carlton Westward III. Não se tornou um dos meus favoritos por que não me cativou tanto quanto o esperado, mas não o torna um livro ruim ou como muitos perguntariam, “mais ou menos”. É um livro bom que merece ser lido por todos, assim como qualquer um que tenha vindo da mente de Chuck Palahniuk.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    3.6 / 16
    • 5 estrelas19%
    • 4 estrelas31%
    • 3 estrelas44%
    • 2 estrelas6%
    • 1 estrelas0%
    Chuck Palahniuk profile picture

    Chuck Palahniuk

    Chuck Palahniuk (nascido em Pasco, Washington a 21 de Fevereiro 1961) é um escritor residente em Portland, Oregon. O seu trabalho mais popular é Fight Club (Clube de Combate em Portugal e Clube da Luta no Brasil), que foi posteriormente adaptado para cinema. Os personagens na obra de Palahniuk são indivíduos que, de uma ou outra forma, foram marginalizados pela sociedade, frequentemente reagindo com agressividade auto-destrutiva. A narrativa nos livros de Palahniuk começam, não raramente, no seu fim cronológico, com o protagonista a recontar os eventos que conduziram ao ponto que forma o princípio do livro. Por bastantes vezes há um ponto de viragem da história, na forma de uma revelação inesperada perto do fim. O estilo de Palahniuk é caracterizado pelo uso e repetição de frases curtas plenas de humor cínico ou irónico. O autor gosta de descrever o seu estilo como Ficção transgressional. Os direitos cinematográficos de Survivor (Sobrevivente) foram vendidos, mas nenhum estúdio se empenhou na adaptação do romance. Isto deve-se ao facto de o protagonista de Survivor se suicidar ao despencar de um avião contra o solo do deserto australiano. Depois dos ataques no Pentágono e no World Trade Center a 11 de Setembro os estúdios de cinema consideraram o romance demasiado controverso. A edição de Março de 2004 da revista Playboy publicou um conto de Chuck Palahniuk intitulado Guts (que integra o seu último livro, Haunted). Quando da sua digressão em 2003 para promover o romance Diary, o autor leu o conto para as audiências. Alegadamente mais de 35 pessoas desmaiaram ao ouvir a leitura, embora os eventos sejam factuais, a veracidade das reacções é bastante discutida. Em 2003, foi realizado por membros do site oficial do autor um documentário em filme sobre a sua vida, chamado Postcards from the Future: The Chuck Palahniuk Documentary [1]. O site oficial, "The Cult" (O Culto) como se auto-intitulada, iniciou uma oficina de escrita onde o próprio Chuck Palahniuk ensina os seus truques. Todos os meses o autor escreve um ensaio sobre um dos truques (ensaios estes que serão compilados num livro sobre escrita minimalista). É um autor muito dedicado aos seus fãs como pode ser observado no site oficial.

    50 Livros
    1.406 Seguidores
    Washington, Estados Unidos

    Chuck Palahniuk