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    Quem Manda Já Morreu (Coleção Vaga-Lume #43) -

    Marcos Rey, Marcos Rey, Marcos Rey

    Ática
    1993
    112 páginas
    3h 44m
    ISBN-10: 8508033702
    Português Brasileiro
    3.7
    1825 avaliações
    Leram4906Lendo42Querem363Relendo2Abandonos24Resenhas47
    Favoritos75Desejados363Avaliaram1825

    Por que tanta gente tentava impedir que ele fizesse um trabalho para a faculdade sobre Tony Grand, se o bandido já estava morto? Era o que Edu se perguntava, intrigado. Entretanto nem seu tio Palha, um excêntrico detetive, nem sua não menos excêntrica secretária, Coca Gimenez, pareciam saber a resposta. Só que, antes de matarem a charada, tio e sobrinho começaram a receber ameaças de morte. Afinal, Tony Grand apagou, mas sua quadrilha continua acesa... Será que quem manda já morreu mesmo?

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    Marcos Aurélio Carvalho29/11/2021Resenhou um livro
    5 (Perfeito)

    Estudante apaixonado

    Edu, estudante de jornalismo, precisa fazer uma reportagem durante as férias acadêmicas de julho. O garoto, apaixonado pela coleta de turma Anabel, está sem ideias. O professor e os colegas sugerem, ironicamente, que Edu escreva sobre ambulantes que vendem algodão-doce. Mas o tio Geraldo Palha, detetive particular, tem outra sugestão. A trama é bem desenvolvida. Edu, Geraldo e sua secretária Coca Gimenez formam um trio "ousado", curioso e comprometidos com a missão em que a reportagem os colocou. É preciso contextualizar, e entender que, para um livro publicado para adolescentes em 1989, o texto é ótimo. É um romance policial, com uma dose de ironia do detetive e do sobrinho. Um livro que me faz reviver a adolescência. Lembrando de quando ficava escolhendo os próximos títulos nas contra capas da Série Vaga-Lume. Marcos Rey era um dos meu autores preferidos, ainda hoje reverencio.

    14 curtidas

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    3.7 / 1825
    • 5 estrelas25%
    • 4 estrelas27%
    • 3 estrelas36%
    • 2 estrelas10%
    • 1 estrelas2%
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    Edmundo Donato

    Autor de vários livros, entre eles romances policiais ambientados em São Paulo. Edmundo Nonato, seu nome verdadeiro, nasceu no bairro do Brás em 17 de fevereiro de 1925, filho caçula de um empresário gráfico de formação presbiteriana. Entrou em contato com a literatura pela obra de Monteiro Lobato, impressa na gráfica do pai. Terminou o curso clássico aos 18 anos e, quando se preparava para ingressar na Faculdade de Direito, foi acometido por lepra e recolhido no Sanatório Padre Bento, em Guarulhos, em regime de prisão. Em 1946 fugiu a pé para o Rio de Janeiro, onde viveu entre o subúrbio e a zona de prostituição da Lapa. A experiência serviu de subsídio para obras como "O enterro da cafetina" (1967) e "Memórias de um gigolô" (1968). Sobreviveu de traduções de livros infantis e de cartas que escrevia para prostitutas analfabetas. Voltou para São Paulo, curado da lepra, e em 1953 publicou seu primeiro livro, "Um gato no triângulo". Assinou 30 roteiros de cinema, entre eles várias pornochanchadas. Em 1967 fez sua primeira telenovela, "O grande segredo". Escreveu capítulos para o programa infantil "Vila Sésamo' e é um dos responsáveis pela adaptação do "Sítio do Picapau Amarelo" para a televisão. Na década de 80 iniciou sua obra infantojuvenil a pedido da Editora Ática, pela qual publicou sucessos de venda como "O mistério do Cinco Estrelas" e "O rapto do Garoto de Ouro". Morreu em São Paulo, no dia 01 de abril de 1999, de câncer no fígado. Suas cinzas foram lançadas de um helicóptero pela sua esposa sobre São Paulo.

    50 Livros
    339 Seguidores
    São Paulo, Brasil

    Edmundo Donato