Entrar
    Book cover
    Compartilhar
    Editar
    • Sinopse
    • Edições0
    • Vídeos0
    • Grupos0
    • Resenhas1
    • Leitores20
    • Similares0
    Skoob logo

    Saiba mais

    Quem somosTermos de usoFale conoscoCentral de ajudaPrivacidade

    Fique por dentro

    Livros em destaque

    Explore

    LivrosAutoresEditorasLeitoresCortesias

    Siga nas redes sociais

    Baixe o app

    Google PlayApp Store

    Céus Derretidos -

    Jean-Claude Bernardet

    Ateliê Editorial
    1996
    206 páginas
    6h 52m
    ISBN-13: 9788585851125
    Português Brasileiro
    3.3
    4 avaliações
    Leram6Lendo2Querem11Relendo0Abandonos1Resenhas1
    Favoritos1Desejados11Avaliaram4

    A estranha atmosfera de ''Céus Derretidos'' é como a de um romance gótico subvertido - porque neste livroi, fumaças e sombras, irracionalismo e alucinação não tem origem sobre-humana, mas cotidiana, bem cotidiana. Uma das personagens ocasionais recita uns versos de William Blake, sem dizer o nome do poeta, e é esse recurso que permite ver, nesta obra a quatro mãos, uma busca do casamento entre Céu e Inferno. O céu da arte e da paixão, o inferno da violência , ou será exatamente o contrário?

    Resenhas (1)Ver mais
    Ana Alves picture
    Ana Alves24/11/2024Resenhou um livro
    0

    Orçamento de um real

    Não me recordo do que me chamou atenção nesse livro quando comprei, talvez foi o preço já que só paguei um real por ele. Ele ficou um longo tempo mofando na minha estante até que decide ler e até agora não sei se foi uma boa decisão. O que mais me incomodou nesse livro foi a completa ausência de pontuação para marcar as falas e pensamentos. Sem travessão ou aspas. O texto simplesmente segue corrido misturando falas, ações, narrativa e pensamentos num único parágrafo sendo apenas separados por ponto ou vírgula e sem nenhuma indicação de que é uma fala, salvo alguns momentos que os autores acrescentaram um "ele falou" ao final da frase. Esse detalhe foi algo que dificultou e muito a leitura e imersão na história, pois interrompia o fluxo a intervalos para poder compreender o que estava acontecendo: Ele está falando em voz alta? Apenas pensando? É narrativa? Outro ponto negativo foi a história em si. No começo parece que a história vai chegar em algum lugar, mas à medida que as páginas vão avançando e os personagens não saem dos dilemas iniciais, percebemos que o livro não vai seguir caminho algum. A passagem de tempo não é bem pontuada e os acontecimentos acabam se atropelando e deixando muito para a imaginação e dedução do leitor, entretanto não dá pista alguma para que sejamos capaz de formular uma teoria. A narrativa é bem diferente do que estou acostumada a ler e muitas perguntas ficaram sem respostas. Não sei se o fim do livro pode ser chamado dessa forma, pois entre os acontecimentos finais e o que vem antes existe um grande abismo que deixa muitas pontas soltas. Acredito que a intenção era causar uma reação surpreendente com a cena final, mas honestamente achei bem decepcionante a conclusão do livro. No geral, os autores parecem ter usado exatamente o um real que paguei para investir na imaginação, narrativa e construção de personagens enquanto idealizavam esse livro.

    curtir

    Estatísticas

    Avaliações

    3.3 / 4
    • 5 estrelas0%
    • 4 estrelas50%
    • 3 estrelas25%
    • 2 estrelas25%
    • 1 estrelas0%
    Jean-Claude Bernardet profile picture

    Jean-Claude Bernardet

    Nascido na Bélgica, de família francesa, Jean-Claude passou a infância em Paris, e veio para o Brasil com sua família aos 13 anos, naturalizando-se brasileiro em 1964. É diplomado pela École des Hautes Études en Sciences Sociales (Paris) e doutor em Artes pela ECA (Escola de Comunicações e Artes) da USP. Interessou-se por cinema a partir do cineclubismo, e começou a escrever críticas no jornal O Estado de São Paulo a convite de Paulo Emílio Salles Gomes. Tornou-se grande interlocutor do grupo de cineastas do Cinema novo, e especialmente de Glauber Rocha, que rompeu com ele a partir da publicação de Brasil em Tempo de Cinema (1967). Foi professor de roteiro no curso de cinema da Escola de Comunicações e Artes da USP. Um dos principais críticos de cinema do país, é autor de vários livros sobre cinema e de três romances. Foi coautor do roteiro de O caso dos irmãos Naves, com Luis Sergio Person, e Um céu de estrelas, com Roberto Moreira; produziu, com Fernando Bonassi, o roteiro de Através da janela, filme de Tata Amaral; atuou em diversos filmes, como em Filmefobia, de Kiko Goifman. Foi um dos criadores do curso de cinema da UnB, em Brasília, e deu aulas de História do Cinema Brasileiro na ECA, até se aposentar em 2004. Além de sua importância como teórico, é também ficcionista, com quatro volumes publicados. Participou de vários filmes, como roteirista e assistente de direção, eventualmente como ator em pequenos papéis. Nos anos 1990 dirigiu dois ensaios poéticos de média-metragem: São Paulo, Sinfonia e Cacofonia (1994) e Sobre Anos 60 (1999).

    17 Livros
    11 Seguidores

    Jean-Claude Bernardet