Walton é uma cidade de Connecticut, com uma população de 35 mil almas. Sua formação policial tem o tenente Jezail, auxiliado pelo detetive Glennon, e dois policiais, sob a direção geral do chefe Waldo Semple. Um crime na cidade, se não chega a ser um grande acontecimento, é sempre um fato que mexe com tudo. Assim, quando Jezail foi avisado que em Brown Farms Road, na Walton's Gold Coast, o escritor Barry Dawnson fora assassinado em sua casa, a força policial de Walton entrou em atividade. A arma do crime: um martelo pertencente ao construtor alemão Gunter Wilke, que fazia obras na casa, num local próximo. Assim que descobre o caso ocorrido, Jezail manda buscar o Professor David Vicent Leonardo, na Universidade onde leciona matemática e, que procurem algum negro nas redondezas, pois é racista convicto. O martelo tem impressões digitais, porém quando estudadas descobre-se que pertencem ao morto, além de apresentar cabelos e sangue do escritor assassinado, provando ser a arma assassina. O Professor Leonardo tem suas próprias leis e, de acordo com as informações até então levantadas, declara: "- Uma coisa de cada vez. Há quatro possibilidades de morte hoje em dia. Acidental, natural, suicídio ou assassinato. Acidental e natural estão eliminadas. Suicídio está também pois não existe arma do suicídio. Portanto, só resta uma: é assassinato." UM CORPO NO ESTÚDIO é um livro irônico e bem humorado, que narra a estréia do Professor Leonardo, uma grande figura humana. E, além do mais, um excelente mistério de quarto fechado.
Um corpo no estúdio (Horas em suspense #34) -
Warren B. Murphy
Francisco Alves
1981
148 páginas
4h 56m
ISBN-1: 0
Português Brasileiro
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